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Alunos Calouros 2015 da EMM Plantam Árvore da Turma!

No dia 25/02/2015 os alunos calouros plantaram a árvore da turma 2015.

Outras fotos podem ser vistas aqui.

 
Pantio da árvore Turma de 2017

 
Alunos Formados da Turma 2010 da EMM Participaram da Solenidade de Colação de Grau no dia 19/12/14.

 
Aluno da EMM/EESC tem projeto publicado nos sites de Universidade Inglesa e Ciência sem Fronteiras

O aluno Joaquim Manoel Justino Netto da turma 2010 do curso de Engenharia de Materiais e Manufatura da EESC teve seu projeto publicado no site da Nottingham Trent University. O projeto foi desenvolvido durante seu estágio através do Programa Ciências sem Fronteiras, o qual também publicou o projeto. As notícias podem ser vistas através dos sites http://www.ntu.ac.uk/apps/news/165803-15/Design_to_slash_keyhole_surgery_injuries.aspxhttp://www.cienciasemfronteiras.gov.br/web/csf/views/-/journal_content/56_INSTANCE_VF2v/214072/5077242

Boa leitura!

 
Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)

As diretrizes para o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) encontram-se no site da Biblioteca Digital de Trabalhos Acadêmicos.

link - http://www.smm.eesc.usp.br/index.php/ensino/material-didatico/168-graduacao/tcc-formularios/302-tcc-formularios sobre o TCC no site do Depto de Materiais SMM.

 
Estágio Curricular

Clique aqui para acessar todas as normas e documentações sobre o estágio curricular supervisionado.

 
Calouros da EMM plantam árvores

Os novos alunos do curso de Engenharia de Materiais e Manufatura, plantaram na última sexta-feira, 21/02, em frente ao Departamento de Engenharia de Materiais na área 2, diversas mudas de árvores.

A atividade faz parte da Semana dos Calouros da EMM, e acontece todos os anos, marcando a entrada dos novos alunos  e também como forma de incentivar a preservação do meio ambiente.

Os alunos foram acompanhados pelo coordenador do curso, o professor Marcelo Falcão de Oliveira.

No link abaixo é possível conferir e baixar mais fotos:

https://docs.google.com/file/d/0B42wnSBIZv4FU3RsRGw5R1MyblU/edit?pli=1

 

Calouros fazem o plantio de árvores acompanhados do coordenador do curso

 
Entrevista com a caloura Letícia Godoy Silva

Nesta semana o curso de Engenharia de Materiais e Manufatura recebeu os novos alunos para 2014. E dentre estes futuros engenheiros, uma caloura chamou a atenção: Letícia Godoy Silva, aluna de escola pública, mas que sempre se destacou, ganhando até medalha de ouro em olimpíada de matemática. Hoje, está aqui, cursando Engenharia de Materiais e Manufatura, na USP e com apenas 17 anos.

Abaixo tem-se uma entrevista com esta caloura, que tem muita história pra contar, confira:

 

Letícia, você é uma aluna que veio de escola pública, mas que sempre se destacou, ganhando até medalha de ouro na OBMEP. Conte-nos um pouco sobre a sua trajetória até chegar aqui.

Letícia: Sempre estudei em escolas públicas, desde o pré-primário. Comecei a perceber na 3ª ou 4ª série uma maior facilidade com matemática do que com outras matérias. Na 5ª, comecei a participar da OBMEP e ganhei uma medalha de prata; nos anos seguintes consegui mais 4 medalhas de bronze e 1 de ouro. No 3º frequentei, além das aulas normais da escola, um cursinho popular aos sábados. A aprovação na FUVEST foi uma das melhores coisas que já me aconteceu, porque era meu objetivo desde o início, minha primeira opção, e senti que todo o esforço valeu a pena!

 

Como surgiu o interesse pela área de exatas?

Letícia: Acho que gosto de exatas pela afinidade que tenho com a área; tenho um pouco mais de facilidade com matemática do que com outras disciplinas, então ajuda muito. Meu irmão mais velho gosta bastante dessa área, sempre se deu bem com exatas, acho que acabei me espelhando nele também.


E o curso de Engenharia de Materiais e Manufatura, como você conheceu? O que te fez escolher este curso?

Letícia: Conheci o curso através de uma palestra do professor Marcelo Falcão no cursinho popular que eu frequentei, e também através de mais uma amiga que já estava fazendo Engenharia de Materiais e Manufatura aqui na USP. Escolhi o curso porque ele é diferente, inovador, e a parte de Manufatura acrescenta muito a formação e nos deixa mais preparados para as exigências do mercado de trabalho.

 

Quais são suas expectativas em estudar na USP e sobre este curso, único no Brasil?

Letícia: Minhas expectativas são as melhores. É uma honra muito grande estudar em uma das melhores universidades do mundo, ainda mais em um curso novo e que tem ótimas perspectivas. Sei que será difícil, mas a experiência e o aprendizado adquirido compensarão.

 

Letícia, assim como você temos mais alunos da escola pública estudando Engenharia de Materiais e Manufatura na USP. Qual é a sua mensagem para os alunos da escola pública e que desejam estudar na melhor universidade do país?

Letícia: Bom, eu sei que é bem difícil de conseguir, mas as oportunidades que nos sã oferecidas são excelentes e ajudam bastante. Acho que se você realmente quiser entrar na USP, fique atento aos bônus que a USP oferece, como o INCLUSP. Mas além disso, estude bastante, mantenha o foco e a dedicação. Garanto que todo esse esforço compensa!

 

Letícia Godoy Silva, caloura da EMM


 
Iniciação Científica em Polímeros: Entrevista com Tamiris Anjoletto

A aluna Tamiris de Paula Anjoletto que está no 5º ano do curso de Engenharia de Materiais e Manufatura, foi bolsista de iniciação científica da USP de julho de 2012 a agosto de 2013. Tamiris foi orientada pela professora Márcia Branciforti, da área de polímeros. Abaixo tem-se uma entrevista com a aluna, que relata suas experiências no desenvolvimento da Iniciação Científica, confira:

 

Qual era o tema do seu projeto de IC?

Tamiris: Eu trabalhei um ano como bolsista institucional (RUSP) analisando propriedades de desgaste em polímeros termoplásticos aditivados. O meu projeto estava vinculado a uma tese de mestrado de um aluno da Ufscar e também a uma empresa que elaborava o material para que pudéssemos realizar os testes de desgaste. O interesse por esta área é devido à relação direta que o desgaste tem na durabilidade de um componente. Além dos testes de desgaste e micro-desgaste, fizemos ao longo do projeto microscopia eletrônica de varredura, ensaios de impacto, tração, dureza e densidade.

Quais foram as dificuldades encontradas?

Tamiris: Acredito que a maior dificuldade foi conciliar o projeto com as aulas, visto que o nosso curso apresenta uma carga horária diferenciada, englobando

disciplinas da área de materiais e manufatura. Ainda existe a fase de adaptação, pois leva um tempo até você se habituar com os equipamentos que vai utilizar, mas sempre poderá contar com a ajuda do seu orientador e dos técnicos. E por fim, o tema da pesquisa, pois materiais poliméricos são relativamente recentes, então algumas normas não se adequam aos atributos desses materiais.

Quais foram os proveitos depois de terminar seu projeto?

Tamiris: Além de conhecer a fundo o Departamento de Engenharia de Materiais, que inclui o pessoal e os laboratórios, tive a oportunidade de descobrir como funciona a área de pesquisa, como trabalhar em equipe e ao mesmo tempo como buscar autonomia.

 

Tamiris Anjoletto, aluna da EMM

 
Iniciação Científica em Cerâmicas na EMM: Entrevista com Christian Ferrão

O site da EMM traz hoje, uma entrevista com o aluno Christian Ferrão, aluno de Iniciação Científica do professor Eduardo Bellini Ferreira, eles trabalham na área de Cerâmicas. Confira logo abaixo:

 

Christian como é o trabalho que você desenvolve sendo aluno de Iniciação Científica?

Christian Ferrão: Bem, meu trabalho busca o desenvolvimento de um método eficaz para a porogenização de cerâmicas e vitrocerâmicas, bem como a funcionalização dos poros formados, para se obter, por exemplo, uma camada bioativa (ou seja, que pode ser compatível com o corpo humano). A grande motivação desse trabalho está, principalmente, no alto custo da prótese óssea. Através do desenvolvimento do projeto, é possível obter um produto mais barato e com uma boa interface bioativa.

 

E como é o seu dia a dia no laboratório?

Christian Ferrão: Sobre o dia a dia de trabalho no laboratório é bom ter em mente que o ele é de uso comunitário, então é imprescindível que todos os usuário mantenham seu espaço limpo e organizado, lavando as vidrarias, arrumando as bancadas, tudo que for necessário para se evitar acidentes e aumentar a eficiência da pesquisa. Além disso, o aluno deve estar atento a substâncias tóxicas e maquinários perigosos ou delicados (fornos e prensas, por exemplo), portanto, é muito importante consultar um técnico ou um aluno, tanto da pós-graduação, quanto da graduação que seja mais experiente, antes de realizar um procedimento, pedindo orientação, e ajuda naquilo que será realizado.

 

Trabalhar pesquisando deve ser uma tarefa que exige muito. Como se  sente desenvolvendo um projeto de pesquisa?

Christian Ferrão: Quando se começa a realizar um trabalho como esse, é muito comum se sentir completamente perdido e desanimado frente ao desafio de desempenhar uma pesquisa. Mas com a ajuda de professores, técnicos e pós-graduandos, se aprende coisas muito interessantes, que não são dadas em sala de aula, tornando essa atividade muito enriquecedora para o aluno. Todo esse conhecimento surtirá um efeito muito benéfico no futuro, tanto se for seguir a carreira acadêmica quanto a empresarial ou industrial. É um privilégio desempenhar esta atividade, que é disponível a todos os alunos. Vale muito a pena todo o esforço e dedicação!

 

Aluno da EMM, Christian Ferrão


 


 
Alunos da EMM em Iniciação Científica: confira o depoimento de Pedro Avila

A Iniciação Científica é um programa que visa atender alunos do curso de graduação, colocando-os em contato com grupos de pesquisa. Busca também, proporcionar ao aluno, orientado por um professor/pesquisador a aprendizagem de técnicas e do pensamento científico. O estudante que faz uma iniciação científica pode trabalhar com uma bolsa oferecida pelas agências de fomento à pesquisa, como por exemplo a FAPESP, mas a própria universidade também oferece bolsas, como a PIBIC.

Na Engenharia de Materiais e Manufatura, os alunos podem trabalhar em 4 grandes áreas de pesquisa: metais, polímeros, cerâmicas e compósitos.

Muitos alunos da EMM fazem iniciação científica, e a partir dessa semana, serão divulgados pequenos textos desses alunos, contando sua rotina de pesquisa, o dia a dia no laboratório e o quão enriquecedora é esta experiência.

O aluno Pedro Renato Avila, da turma de 2012, conta, a seguir, como é o seu trabalho:

" Meu nome é Pedro, sou aluno do curso de Engenharia de Materiais e Manufatura e bolsista de Iniciação Científica. Meu trabalho envolve metais, que juntamente com cerâmica e polímeros constituem as principais áreas de estudo da Engenharia de Materiais. Mais especificamente, meu projeto consiste em uma alternativa mais barata para produção por eletrólise em sal fundido em Nióbio, um metal que pode não ser muito famoso por seu uso, mas que tem propriedades muito interessantes, como alta temperatura de fusão e está presente em componentes importantíssimos de produtos até mesmo do dia a dia, como carros e aeronaves.

A rotina de trabalho consiste em aprontar os equipamentos (que envolvem fornos, fontes de tensão, sais, eletrodos e computadores) para realizar os experimentos, que geralmente duram algumas horas, durante as quais é aplicada tensão dos eletrodos em altas temperaturas (900° C, por exemplo). Depois deve-se limpar o que foi utilizado e levar as amostras para caracterização, para descobrir se realmente o óxido a partir do qual foi iniciado o processo foi ''transformado'' em metal. Para isso, são utilizadas várias técnicas aprendidas durante o próprio curso.

A experiência de entrar e trabalhar em um laboratório ainda durante a graduação é algo muito importante, pois nos põe em contato logo cedo com aquilo que vemos muitas vezes apenas teoricamente. Além disso, aprende-se muitas coisas que não são aprendidas em sala de aula, mas que certamente serão cobradas de nós, futuros profissionais, como por exemplo, iniciativa, contato com várias pessoas etc. Por fim, ainda é possível ter uma ideia de como funciona o meio acadêmico, um dos ramos do mercado para um engenheiro de materiais, onde trabalham professores e pesquisadores no desenvolvimento de novas tecnologias. "

 

Pedro Renato Avila, aluno da EMM

 
Alunos da EMM estudando em universidades no exterior

 

Os estudantes do curso de Engenharia de Materiais e Manufatura estão aproveitando as oportunidades oferecidas pela USP e pelo programa Ciência sem Fronteiras para estudar no exterior. De 2012 até agora, já contabilizamos 20 alunos em universidades pelo mundo. Os principais destinos são os EUA, França, Reino Unido e Hungria. Só neste ano de 2014, 8 alunos estão indo para EUA, Hungria, Irlanda, Itália e Suécia. Aqui você pode conferir quais alunos estiveram ou estão no exterior e em qual universidade estão estudando:

 

 

Bruna Callegari - EUA - Purdue University - Janeiro a Julho de 2013

Paulo Guilherme Rodrigues Salgado - EUA - Purdue University - Janeiro a Julho de 2013

Beatriz Flores Coutinho Porfirio - França - École Nationale Superiéure de Mécanique et Microtechniques - Agosto de 2012 a Junho de 2013

Raquel Mascarenhas Hornos - EUA - Massachusetts Institute of Technology - Dezembro de 2012 a Fevereiro de 2013

Ana Paula Mayumi Nozaki - Reino Unido - University of Liverpool - Setembro de 2013 a Agosto de 2014

Carolina Magri Passarin - Austrália - Monash University - Julho de 2013 a Julho de 2014

Catarina Brunhara Batista - Reino Unido - The University of Manchester - Setembro de 2013 a agosto de 2014

Joaquim Manoel Justino Netto - Reino Unido - Nottingham Trent University - Setembro de 2013 a Setembro de 2014

Marina Gabriela Nascimento - EUA - University of Oklahoma - Julho de 2013 a agosto de 2014

Matheus Girotto Santilli - EUA - University of Colorado - Agosto de 2013 a Dezembro de 2014

Otávio Zem Lopes Ponce - Alemanha - RWTH  Aachen - Agosto de 2013 a Setembro de 2014

Raquel Mascarenhas Hornos - Inglaterra - University of Leeds - Setembro de 2013 a Setembro de 2014

Fernando Martins Justo - Hungria - Budapest University of Technology and Economics - Janeiro de 2014 a Dezembro de 2014

Manuela Bueno Junqueira Franco - EUA - Auburn University - Janeiro de 2014 a Dezembro de 2014

Thais Helena Carvalho Miranda - Suécia - Sandvik Coromant - Janeiro de 2014 a Julho de 2014

Sofia Catarina Cravo Dias Russo - Hungria - College of Dunaújváros - Fevereiro de 2014 a Janeiro de 2015

Vinícius Carvalho Franco Barros - Hungria - Budapest Business School - Fevereiro de 204 a Janeiro de 2015

Gustavo Penteado Delboni - Hungria - Budapest University of Technology and Economics - Fevereiro de 2014 a Janeiro de 2015

Gabriela Moro - Itália - Politecnico di Milano - Janeiro de 2014 a Julho de 2014

Marina Iza Tavoni Furlan - Irlanda - (Universidade ainda não informada) - Recém aprovado 2014-2015

 
Entrevista com aluna do último ano da EMM

Teremos em 2014 a primeira turma formada do curso de Engenharia de Materiais e Manufatura da USP. Aqui você pode conferir um bate papo com a aluna Beatriz Flores Coutinho, que entrou na primeira turma da EMM, em 2010, e tem muita história pra contar...

 

Como foi a sua experiência inicial na Engenharia de Materiais e Manufatura?

Beatriz Flores Coutinho: Quando entrei para o curso de Engenharia de Materiais e Manufatura, confesso que não tinha ideia ideia do que se tratava e da profundidade de estudos e trabalho por trás dessa trama entrelaçada de matérias. Demorei um tempo para entender cada conceito e cada novo universo escondido no novo vocabulário que eu aprendia. Tenacidade, por exemplo, que antes era uma característica de grandes guerreiros em livros, virou uma propriedade desejada em aços e cerâmicas. Uma coisa interessante do curso no início foi que, a cada matéria introdutória, tínhamos também aulas práticas, algo raro na Engenharia, porém, uma característica de um curso moderno e adaptado ao mundo que vou viver em breve, o do mercado de trabalho.

 

Como foi sua experiência na USP e com os professores da universidade?

Beatriz Flores Coutinho: Posso dizer que a cada ano que passa, eu tenho mais orgulho de estar na USP. Aprendi a aproveitar cada cantinho do Campus. Com relação aos professores, levo comigo cada concelho que recebi, principalmente dos professores da EMM que são muito próximos e sempre dispostos a ajudar. Como o curso é novo, e sou da primeira turma, tive a impressão de que o acompanhamento que tivemos foi especial. Em várias situações senti no departamento um espírito de grupo que se mostrou expressivo em eventos como a nossa Festa Junina. E foi com a minha experiência no intercâmbio que eu aprendi a apreciar ainda mais o nosso curso, em especial o acompanhamento próximo professor aluno (professor tutor) presente no nosso curso.

 

E esta experiência fazendo intercâmbio, você foi uma das primeiras alunas da EMM a ir para outro país?

Beatriz Flores Coutinho: Bom, juntamente com mais dois alunos da minha turma, nós fomos os primeiros a sair de intercâmbio e o meu destino foi a França.


Conte-nos um pouco de como foi passar por essa experiência.

Beatriz Flores Coutinho: Uma experiência em outro país é única e extremamente enriquecedora, pois nos tira completamente de nossa zona de conforto. Tudo o que aprendemos a nossa vida toda e todos os nossos referenciais são colocados em dúvida ou mudam. Uma comida que é nojenta em um país pode ser requintada em outro, por exemplo (sim, eu comi scargot, e  confesso que é bom). A língua é sempre a primeira barreira e provavelmente a única que vai restar,não importa quanto tempo você passe no país, sempre teremos um sotaque charmoso como eles dizem.

 

E como foi o convívio com os franceses?

Beatriz Flores Coutinho: Dizer que o brasileiro é caloroso e sorridente não é mito. A boa notícia, no meu caso, foi que os franceses já sabiam disso e sempre apreciaram essa característica nos brasileiros. Não tive a impressão de que os estrangeiros são frios, mas sim, que eles expressam afeição de forma diferente, não existem tantos abraços, ou como eles mesmos dizem, são menos tácteis. Não sei se por sorte ou por outra coisa, mas, conheci pessoas maravilhosas, com as quais conversei pelo menos uma vez na semana, mesmo tendo voltado ao Brasil. Cada vez que reflito sobre isso penso que os sentimentos são os mesmos, mas a forma de expressar muda, principalmente com relação ao respeito e flexibilidade, num país estrangeiros somos sempre convidados, mesmo se eles insistem em nos dizer "faiz comme chez toi" - como se estivesse em casa.


Onde você estudou lá?

Beatriz Flores Coutinho: Eu passei 6 meses estudando numa escola chamada École National Supérieure de Mécanique et Microtechniques (ENSMM), na cidade de Besançon, que pouco depois descobri ser a cidade mais fria da França. A cidade é bem pequena e a universidade também (se comparada com a USP). Entretanto, mesmo pequena, a faculdade tem 200 anos de tradição e foi criada para abastecer o mercado suíço de relógios formando engenheiros capacitados para trabalhar na indústria de luxo. O ponto forte desta escola é a nano-usinagem com nano-engrenagens, tudo feito nas chamadas salas brancas, onde um simples grão de pólen é uma impureza potencialmente perigosa.

 

Depois destes 6 meses na faculdade surgiu a oportunidade de fazer um estágio na L'oréal Paris não é? Como foi?

Beatriz Flores Coutinho: Depois desta adaptação em uma pequena cidade eu parti para Paris, a maior cidade. E lá, os desafios foram maiores. Meu estágio na L'oréal consistia em validar uma nova técnica e nova máquina de avaliação do efeito de produtos capilares sobre o movimento do cabelo. Meu estágio se deu no centro internacional de estudo capilar da L'oréal Paris e também durou 6 meses. Todo estagiário ao entrar, deve cumprir um percurso de integração com a empresa e com o grupo de estagiários que entram com ele, para tal fim, são propostas atividades de grupo que devem ser organizadas pelo próprio  grupo (devemos mostrar autonomia e motivação) e no fim, o resultado deve ser apresentado para toda a empresa e os estagiários de outros sítios da empresa. Lá, o pessoal costuma dizer '' joga na piscina pra ver se ele nada'', e no fima gente percebe que é realmente assim, não importa se você é estrangeiro e não domina a língua, todos devem falar na frente de um auditório cheio com a primeira fileira reservada para os funcionários do RH. Experiências como essa não traumatizam, pelo contrário, nos fazem crescer e criar coragem. É lógico que eu digo isso agora, mas antes de cada apresentação eu dizia " se me der branco da palavra em francês, vou contar quais são as minhas cores favoritas".

 

O que foi mais difícil para você no intercâmbio?

Beatriz Flores Coutinho: Hoje vejo que meu estágio foi a parte mais dura e enriquecedora do ano de intercâmbio. Trabalhar em uma grande empresa é ter que se destacar a cada minuto e ao mesmo tempo aceitar que você não é nada dentro da empresa; é aprender a usar outlook; é aprender a marcar reuniões e escrever emails pro seu chefe numa língua que não é a sua; é tomar café da manhã com amigos estagiários, e nesse café, formar um grupo que pode resolver os problemas que seu chefe falou logo antes; e como eles mesmos dizem, trabalhar em uma grande empresa é fazer o network e ter perfil.

 

Beatriz, depois de todas estas experiências que você nos relatou, e como aluna da primeira turma a se formar, o que você tem a dizer sobre o curso de Engenharia de Materiais e Manufatura?

Beatriz Flores Coutinho: Como eu disse no início, nosso curso é uma trama entrelaçada de matérias, e esta ligação entre as matérias do curso se deve ao objetivo de formar um engenheiro capaz de atuar em qualquer ponto do processo de produção e concepção de um produto. Nosso curso é um curso moderno e completo. Após quase 5 anos na EMM e considerando que sou da primeira turma, ouso dizer que o perfil da EMM é de um engenheiro que é capaz de gerenciar muita informação de maneira a achar uma solução rápida, prática e econômica, e é por isso que comparado aos outros cursos de engenharia, temos uma carga horária mais carregada. Na minha opinião, isso nos treina a ser cada dia melhores no poder de análise de informação e retenção do conhecimento. Não é com um curso fácil que nos sentiremos preparados para o mercado de trabalho, e o nosso curso, com toda a certeza, prepara.

 

Centro Internacional de estudos capilares da L'oréal Paris


Beatriz Flores Coutinho na França

 
Alunos da EMM fazem intercâmbio e relatam suas experiências

Os alunos da Escola de Engenharia de São Carlos tem a possibilidade de desenvolver parte de seus estudos no exterior. Com bolsas oferecidas pela USP ou pelo programa de bolsas Ciências Sem Fronteiras, os graduandos podem fazer um intercâmbio para diversas universidades estrangeiras.

Diversos estudantes do curso de Engenharia de Materiais e Manufatura já estiveram em algumas universidades do exterior e, para 2014, já podemos conferir alguns dos nomes que irão estudar fora do país:

- Manuela Bueno Junqueira Franco

Auburn University - Estados Unidos (Janeiro de 2014 a Dezembro de 2014)

- Gabriela Moro

Politecnico di Milano - Itália (Janeiro de 2014 a Julho de 2014)

Segue também depoimentos de alunas do curso, contando suas experiências, confira:

- Bruna Callegari (2013 - Intercâmbio de 6 meses na Purdue University - West lafayette - Estados Unidos)

" Consegui minha viagem de intercâmbio através da Bolsa Mérito Acadêmico da USP. Durante os 6 meses que estive na Purdue, assisti algumas disciplinas do curso de Materials Engineering e trabalhei no laboratório. No entanto, fiquei mais focada no laboratório, acompanhando a pesquisa de um aluno de pós-graduação em materiais cerâmicos.

Com relação a universidade, posso dizer que gostei muito. Ela tem uma ótima estrutura, sendo muito bem cuidada e conservada. Os professores das disciplinas que cursei se mostraram bem abertos ao diálogo comigo , e se preocuparam em saber se eu estava tendo alguma dificuldade, se estava tudo bem. Foram atitudes que me deixaram mais segura. A experiência foi muito proveitosa.

Além de conhecer novas pessoas e lugares, acredito que um intercâmbio contribui muito para o crescimento pessoal, acadêmico e profissional, visto o peso que tem no currículo. Você adquire (ou amplia) sua independência, tem contato com uma cultura diferente (no caso da Purdue, com várias culturas diferentes, porque há vários alunos de outras parte do mundo estudando lá), lida com condições adversas, como climáticas, por exemplo, além de treinar o idioma do país de destino, principalmente no caso do inglês, que é extremamente importante, e hoje em dia, já deixou de ser diferencial e passou a ser requisito básico.

Eu em particular, adquiri muita experiência para pesquisa e trabalho em laboratório, o que acho que pode ser de extrema ajuda pois quero fazer pós graduação."

- Catarina Brunhara Batista (Setembro de 2013 a Agosto de 2014 - Universidade de Manchester - Reino Unido)

" Sempre pensei na possibilidade de fazer um intercâmbio: ganhar proficiência em outra língua, estudar em uma nova universidade, morar em um novo país, conhecer novos lugares e pessoas. Tudo isso foi possível através do programa Ciência sem Fronteiras. No início, a adaptação foi lenta, afinal estava morando num país totalmente diferente, com outros costumes e principalmente outro clima. Este último fator pode parecer irrelevante, mas não é! Além disso, estar longe da família e dos amigos não era coisa boa. Porém, você conhece outras pessoas e faz amizades, passa se acostumar com a nova rotina e um novo estilo de vida.

Com relação a universidade, assistir todas as aulas em inglês pode ser assustador no começo, mas também é questão de costume. Aos poucos você passa a entender tudo o que seus professores e colegas estão falando e se torna parte de um novo grupo. Particularmente, após frequentar as aulas daqui, posso dizer que nosso curso está muito bem elaborado e organizado, uma vez que a maioria dos assuntos vistos aqui, já tinham sido estudados ou ao menos citados no Brasil.

Estudar no exterior é uma ótima experiência, tanto profissional como pessoal, e meu conselho a todos que pensam na possibilidade é para que tentem!"

Catarina Brunhara Batista em frente a Universidade de Manchester

 
Escola de Engenharia de São Carlos lança nova identidade visual

Nesta semana, a Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) apresentou sua nova identidade visual, que será adotada a partir de 2014.

O novo logotipo preserva a figura da deusa romana Minerva, que é protetora das artes, das técnicas de guerra e da sabedoria. No entanto, o desenho está mais contemporâneo, e transmite pelos seus traços conceitos de inovação e atualidade, respeitando, porém, a tradição pela qual a EESC é conhecida.

É composto pela cor azul que representa a Universidade de São Paulo e a Engenharia, e pela cor cinza, que simboliza a tecnologia.

O logotipo foi lançado durante o 3° Encontro de Gestão da Escola de Engenharia de São Carlos.

 

 
Encontro de Ciência e Engenharia de Materiais de S. Carlos

Agência Fapesp- A Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e a Escola de Engenharia de São Carlos da Universidade de São Paulo (EESC-USP) promovem, entre os dias 27 e 29 de novembro, o Primeiro Encontro de Ciência e Engenharia de Materiais de São Carlos: Energia, Sustentabilidade e Inovação (ECEM-SanCas 2013).

Da programação do evento constam quatro minicursos: “Introdução à Gestão de Projetos”, “Fundição de Aço Inoxidável”, “Análise de Falhas na Indústria de Óleo e Gás” e “Introdução à Manufatura Enxuta”.

Especialistas brasileiros e estrangeiros participarão do evento. Edgar Zanotto (UFSCar) e Ulrich Wiesner, da Cornell University, nos Estados Unidos, estão entre os convidados a fazer apresentações.

As inscrições podem ser feitas até a data do evento. O desconto na taxa será concedido para inscrições feitas até 15 de novembro.

O evento ocorrerá no Anfiteatro Bento Prado da UFSCar, que fica na Rodovia Washington Luís, km 235, em São Carlos (SP).

Mais informações sobre o evento no site http://www.demaex.org.br/ecem/index.html .

 

 

 
Impressão 3D na EMM

O curso de Engenharia de Materiais e Manufatura produziu sua primeira peça com a tecnologia de impressão 3D.

Neste semestre alguns alunos do curso já terão contato com esta técnica em aulas práticas. Essa é apenas a primeira impressora de um projeto que pretende criar um grupo de manufatura aditiva entre os cursos da EESC. Novas impressoras deverão ser adquiridas, desde tecnologias mais simples, como a fusão de filamento termoplástico (abaixo) até a sinterização de pós cerâmicos e metálicos com LASER.

 
Experiência de alunos da EMM no exterior

Na próxima quarta-feira (25/09/13) três alunos da EMM que retornaram do exterior contarão suas experiências, são eles:

- Beatriz Flores Coutinho Porfirio - França
- Bruna Callegari - EUA
- Paulo Guilherme Rodrigues Salgado - EUA

Data: 25/09/2013
Horário: 16h-18h

Local: Laboratório de Ensino do SEL
Dica:
Atrás do prédio do SEM - depois do estacionamento (prédio azul).

 
Plantio da árvore de 2013

No dia 08/05/2013 ocorreu o plantio da árvore da turma de 2013.

Clique aqui para ver o álbum.

 
Aluno da EMM/EESC tem imagem publicada na Global Image Gallery da Siemens PLM Software

O aluno Joaquim Manoel Justino Netto, do curso de Engenharia de Materiais e Manufatura da EESC teve seu trabalho divulgado pela Siemens PLM Software na seção Special Selections da Global Image Gallery 2012. A Siemens PLM Software possui diversas parcerias de ensino em CAD com Universidades espalhadas pelo mundo, incluindo o Brasil. Na Escola de Engenharia de São Carlos da USP, o software Solid Edge vem sendo usado com sucesso em disciplinas como Desenho Técnico Mecânico para vários cursos de engenharia. A imagem em destaque é a renderização de um planetário projetado pelo aluno, inspirado em um dispositivo mecânico antigo que mostra a posição relativa dos planetas.

A imagem pode ser vista através do link http://www.plm.automation.siemens.com/en_us/campaigns/image-gallery/index.cfm?action=wwwplm_content_page_template.pagedefault&yearvalue=2012&filter=specialselections com o nome de Orrery.

Além disso, o aluno tem desenvolvido diversos trabalhos na área de design e foi selecionado para o curso de Design de Produto da Nottingham Trent University para realizar intercâmbio de um ano.

Confira aqui outros trabalhos do aluno.

 
Aula Inaugural 2013

BOAS VINDAS AOS CALOUROS DE 2013!

Veja todas a fotos aqui.

 
IV Semana da Engenharia de Materiais - SEMa 2012

Visite o site da SEMa 2012.

 
Palestras da EMM - 1o Semestre 2012

 
Plantio da Árvore da Turma 2012

No dia 02/03 os alunos da turma 2012 plantaram a árvore da Turma 2012 em frente ao Bloco A na unidade II do Campus.

Veja todas as fotos aqui.

 
Novo portal sobre Engenharia no Brasil

EngenhariaData – "Sistema de Indicadores de Engenharia no Brasil disponibiliza num único portal web as principais séries históricas sobre formação de engenheiros, mercado de trabalho e produção científica da Engenharia no Brasil. A reunião desses indicadores visa facilitar a consulta por pesquisadores, gestores de políticas públicas, empresas, instituições de ciência, tecnologia e inovação, jornalistas e demais interessados no tema, possibilitando a elaboração de análises sobre a evolução da Engenharia no país e comparações internacionais." (fonte: EngenhariaData)

 
Procura pela EMM aumenta em 2012

A procura pelo curso de Eng. de Materiais e Manufatura aumentou em relação ao vestibular 2011. O número de candidatos por vaga subiu 28% (FUVEST 2012 C/V) enquanto que a nota de corte da primeira fase da FUVEST teve um aumento de 15% (FUVEST 2012 notas de corte).

 
Palestra da EMM

Palestrante: Eng. Walter Bizzetto

Foundry Manager da Tecumseh do Brasil

Tema: "Como Reduzir o Impacto Ambiental na Fundição"

Data: 11/11/2011

Local: Auditório I do CETEPE/EESC

Horário: 16h00 - 17h00

VISITAS TÉCNICAS

Turma EMM 2011

Local: Usiminas

Data: 24/08/2011

Turma EMM 2010

Local: Tigre Tubos e Conexões

Data: 07/10/2011

Turma EMM 2010

Local: Tecumseh do Brasil

Data: 24 e 25/10/2011

Turma EMM 2010

Local: TAM/MRO - Maintenance, repair and overhaul

Data: 26/10/2011

 
SIGA - Agora é a sua vez de avaliar!

Como ocorre em todos os semestres está aberto o portal SIGA.

Participe, agora é a sua vez de avaliar a USP!

Período de Avaliação: 09 de agosto a 29 de setembro

Resultados: a partir de 20 de setembro


 
Eleições Discentes

Estão abertas as inscrições das candidaturas discentes para os colegiados da EESC.

Entre as eleições está a dos representantes discentes na CoC-EMM.

As candidaturas deverão ser efetuadas até 19/08/11.

As eleições ocorrerão de 29/08 a 02/09/11.

Veja os detalhes aqui.

 
Tarde de Palestras

TARDE DE PALESTRAS DA ENGENHARIA DE MATERIAIS E MANUFATURA

SMM/EESC/USP

Data: 16/08/2011

Local: Auditório I do CETEPE/EESC/USP

Horário: 14:00 às 18:00

Veja a programação aqui.

MAIS FOTOS DO EVENTO

 
Aula inaugural do novo curso de EMM

Anfiteatro Jorge Caron, EESC
12/03/2010 das 13h00 às 15h00

"Desafios de Materiais na Indústria de Óleo e Gás"

Marcelo J. B. Teixeira
Gerente Setorial da Engenharia de Dutos e Instalações

Ronaldo M. L. Martins
Gerente Setorial de Desenvolvimento de Materiais

Carlos C. D. Henriques
Gerente de Tecnologia de Materiais, Equipamentos e Corrosão

Veja aqui as fotos do evento.

 
COC PDF Imprimir E-mail

A Comissão Coordenadora de Curso, conhecida como CoC, é composta por 7 representantes docentes e 1 representante discente. Os representantes docentes são escolhidos pelos departamentos mais envolvidos com o curso e o representante discente é eleito pelos alunos. Todos os representantes também contam com suplentes, totalizando assim 14 docentes e 2 alunos.

As principais funções da CoC são, coordenar o curso e dar suporte à Comissão de Graduação (CG) na gestão e organização da graduação na EESC. Também é função da CoC eleger os coordenadores e representantes do curso junto à CG.

 

Composição da CoC-EMM:

 


 

Professores Departamento Função
Dr. Rafael Salomão SMM

Coordenador

Dra. Vera Lucia Arantes SEM Suplente



Representantes dos Deptos

Dra. Vera Lucia Arantes SMM
Dr. Marcelo Falcão de Oliveira SMM
Dr. Rafael Salomão
SMM



Prof. Ernesto Massaroppi Junior
SEM
Prof.  Carlos Alberto Fortulan SEM



Prof. Kleber Francisco Espôsto SEP



Prof. Murilo Francisco Tomé(SME) ICMC
Alunos
Felipe Sandron Takata


 


 

TUTORIA


No início de cada ano letivo a CoC também aponta Tutores aos alunos ingessantes. Em sua 5a reunião a CoC-EMM aprovou as seguintes normas para a tutoria no curso de Eng. de Materiais e Manufatura:

 

1. Qualquer docente da unidade e que ministre disciplinas no curso de Engenharia de
Materiais e Manufatura poderá candidatar-se à tutoria.


2. Serão atribuídos créditos à atividade de tutoria correspondendo a 0,1
crédito/aluno/semestre, sendo que um único docente não poderá ser responsável por
mais de 20 alunos, incluídas todas as turmas.


3. São obrigações do tutor:


a. Acompanhar as atividades acadêmicas dos seus alunos, verificando, no mínimo
uma vez no final de cada semestre, o desempenho dos mesmos no sistema
JúpiterWeb; e entrar em contato, por e-mail, com aqueles que tiveram
reprovações.
b. Disponibilizar, no mínimo duas horas por semestre, àqueles alunos que
desejarem dialogar, pessoal e individualmente, a respeito de suas atividades e
opções acadêmicas, de acordo com horário pré-agendado por e-mail e segundo a
agenda de compromissos do tutor.
c. Entrar em contato com seus alunos, por e-mail, sempre que a coordenação do
curso julgar necessário.
d. Manter registro dos e-mails trocados (ou não retornados) com seus alunos,
devendo fornecê-los à coordenação do curso quando o tutor ou a CoC-EMM
julgarem necessário.
e. Entrar em contato com a coordenação do curso sempre que o tutor julgar
necessária a interferência da mesma nos assuntos da tutoria.


4. A designação de tutores será feita exclusivamente pela CoC-EMM, no início de cada
ano, para os alunos ingressantes.


5. A substituição de tutores será feita exclusivamente pela CoC-EMM, a pedido dos
alunos, dos tutores, da coordenação ou quando a CoC-EMM julgar necessária; sendo
vedado aos tutores e alunos conhecer os motivos da substituição.