Pós Graduação em Ciências da Engenharia Ambiental(PPG-SEA)

Pós Graduação em Ciências da Engenharia Ambiental

Disciplinas


Nr. de Créditos: 10

Carga Horária:

Teórica
(por semana)
Prática
(por semana)
Estudos
(por semana)
DuraçãoTotal
23515 semanas150 horas

Objetivos:

Fornecer uma visão geral da importância e das principais conseqüências que práticas agrícolas rotineiras podem causar ao meio ambiente, em particular aos recursos da terra e das águas superficiais e subterrâneas. Também, fornecer conceitos básicos e elementos para avaliação de possíveis impactos ocasionados por tais atividades agrícolas. O panorama nacional e internacional de ações de proteção e manejo de tais recursos será apresentado.

Justificativa:

Profundas transformações ao meio ambiente têm ocorrido a partir da revolução industrial e da moderna agricultura. O aumento populacional com decorrente expansão das áreas urbanas, o uso comercial dos solos e das águas, a demanda social por maior produção de alimentos, fibras, papel, celulose e energia, o esgotamento das fronteiras agrícolas pela exigência de maior produtividade, tem levado à intensificação do uso com degradação de recursos naturais. Significativas alterações ecológicas tem sido produzidas, dentre as quais contaminações do solo e da água com ameaça crescente à manutenção da vida na terra, descritas através de conceitos como pegada humana, pegada hídrica e biocapacidade da Terra. Projeções atuais indicam que a civilização humana está atingindo limites críticos quanto a capacidade da agricultura continuar sustentando a produção, concomitante à conservação dos recursos naturais. Admite-se este como um dos principais desafios que a espécie humana terá que enfrentar para sobreviver. Neste contexto, deseja-se que o profissional com especialização em Ciências da Engenharia Ambiental tenha consciência deste panorama. Mais que isto: adquira a habilidade que permita uma primeira abordagem visando diagnosticar, avaliar e, possivelmente, atenuar o impacto que determinada atividade, em particular agrícola, possa estar ocasionando ao objeto de estudo.

Conteúdo:

- Introdução; - Uso espacial e temporal dos solos, das águas superficiais e subterrâneas para fins agrícolas; - Introdução ao sistema água-solo-planta-atmosfera: principais processos físicos, químicos e biológicos; - Principais práticas agrícolas que levam à transformação da terra e da água; - Impacto da mecanização agrícola; - Degradação causada pela erosão; - Impacto da irrigação; - Impacto da exploração dos solos de várzea; - Impacto do uso de produtos químicos orgânicos e inorgânicos na agricultura: corretivos do solo, fertilizantes e pesticidas; - Impactos econômicos e ambientais do uso de detritos agroindustriais e municipais. Ex: vinhoto e lodo; - Comportamento e transporte de produtos químicos agrícolas em águas subterrâneas, superficiais e em sedimentos; - Simulação do movimento de substâncias químicas no solo com ênfase aos fertilizantes nitrogenados e pesticidas: apresentação de alguns modelos disponíveis; - Proteção de plantas Agricultura convencional versus agricultura sustentável; - Critérios para observação e medida de modificações associadas às transformações dos recursos da terra e da água; - Proteção e manejo dos recursos da água e do solo: Instituições, incentivos, educação e políticas de desenvolvimento regional.

Forma de Avaliação:

Os alunos serão avaliados da seguinte forma: 1. provas escritas (peso 5) e; 2. Redação de monografia e apresentação oral para toda a classe (peso 5), incluind

Bibliografia:

- Hillel, D. 2008. Soil in the Environment-Crucible of Terrestrial Life, Academic Press, 307 pages - Hillel, D. 1998. Environmental Soil Physics. Academic Press, 771 pages. - Miller, R. W. and Gardiner, D. T. 2001. Soils in our environment. 9th Edition, Prentice-Hall, Inc., New Jersey, 642 pages. - Scott, H. D. 2000. Soil Physics: agricultural and environmental applications. Iowa State University Press, 421 pages. - Troeh, F. R.; et al. 1999. Soil and water conservation: productivity and environmental protection. 3rd Ed. Pr-Hall, 610 pages. - Reichardt, K. and L.C.Timm.2014. Solo, Planta e Atmosfera-Conceitos, processos e aplicações.Editora Manole Ltda., 500páginas. - Crestana, S. e Posadas, A. N. 1996. Dinâmica da água e de solutos na região não-saturada do solo: modelagem determinística e estocástica. In: Instrumentação Agropecuária: contribuições no limiar do novo século. Editores S. Crestana, P. E. Cruvinel, S. Macarenhas, C.I. Biscegli, L. Martin Neto e L.A. Colnago. Embrapa-CNPDIA. Brasília: Embrapa-SPI, 291p. il. Crestana, S.; Sousa, I. S. F. de. Agricultura tropical no Brasil. In: Albuquerque, A. C. S.; SILVA, A. G. da. (Ed.). Agricultura tropical: quatro décadas de inovações tecnológicas, institucionais e políticas. Brasília, DF: Embrapa Informação Tecnológica, 2008. Crestana, S.; Minoti, R.T.; Neves, F. F.; Modelagem e simulação aplicadas à avaliação dos impactos da perda de solo e dos dejetos de suínos na qualidade da água de microbacias. In: Gomes, M.A.F.; Pessoa, M.C.P.Y. (Ed.). Planejamento ambiental do espaço rural com ênfase para microbacias hidrográficas: manejo de recursos hídricos, ferramentas computacionais e educação ambiental. Brasília, DF: Embrapa Informação Tecnológica; Jaguariúna: Embrapa Meio Ambiente, 2010. p. 167-199. Crestana, S . Agricultura e meio ambiente. In: H. Moysés Nussenzveig. (Org.). O futuro da Terra. 1 ed. Rio de Janeiro: FVG, 2011, v. 1, p. 195-226. Crestana, S, Foschini, M.M. and Ferreira,M.D. 2017. Desafios da produção de frutas e hortaliças frente aos extremos climáticos-estudo de caso da citricultura paulista. Instruementação pós-colheita em frutas e hortaliças. SÃO CARLOS: EMBRAPA INSTRUMENTAÇÃO, 2017, p. 105-123. - Sistema brasileiro de classificação de solos. 2006. (Ed.Tec.: Humberto Golçalves dos Santos, et al) 2nd edição - Rio de Janeiro, RJ - Embrapa Solos 2006. - Sistemas Agroflorestais: Bases científicas para o desenvolvimento sustentável. (Ed.Tec.: Antonio Carlos da Gama-Rodrigues. et al) - Campos dos Goytacazes, RJ; Univers.Est.do Norte Fluminense Darcy Ribeiro, 2006. Naime, J. M., Mattoso, L.H.C., Silva, W.T.L, Cruvinel, P.E., Martin Neto, L. and Crestana, S. Conceitos e Aplicações da Instrumentação para o Avanço da Agricultura. Brasília, DF: Embrapa, 412 páginas Crestana, S. and De Mori, C.2015. Tecnologia e Inovação no agro: algumas tendências, premências e drivers de mudanças, 59-85. In: Propriedade Intelectual e Inovações na Agricultura, Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Políticas Públicas Estratégias e Desenvolvimento, 380 páginas. Rockström, Will Steffen, Kevin Noone, Åsa Persson, F. Stuart Chapin, Eric F. Lambin, Timothy M. Lenton, Marten Scheffer, Carl Folke,Hans Joachim Schellnhuber, Björn Nykvist, Cynthia A. de Wit, Terry Hughes, Sander van der Leeuw, Henning Rodh, Sverker Sörlin, Peter K.Snyder, Robert Costanza, Uno Svedin, Malin Falkenmark, Louise Karlberg, Robert W. Corell, Victoria J. Fabry, James Hansen, Brian Walker,Diana Liverman, Katherine Richardson, Paul Crutzen, Jonathan A. Foley. 2009. A safe operating space for humanity. Nature,Vol 461,24. Castellano, E.G., Rossi, A. e Crestana, S. Coleção Direito Ambiental, volumes 1, 2 e 3. Embrapa, DF. 2014. Buschbacher, R. 2014. A teoria da resiliência e o sistemas socioecológicos: como se preparar para um futuro imprevisível? Boletim regional, urbano e ambiental | 09 | Jan. - Jun. 2014 ipea pgs 11-24


Nr. de Créditos: 4

Carga Horária:

Teórica
(por semana)
Prática
(por semana)
Estudos
(por semana)
DuraçãoTotal
128102 semanas60 horas

Objetivos:

A disciplina visa abordar os conceitos básicos da linguagem de programação Python e utilizá-la de forma integrada em ambiente de geoprocessamento como o ArcGIS.

Justificativa:

Os profissionais que trabalham na área de meio ambiente geralmente possuem conhecimento e já estão familiarizados com os conceitos de SIG e geoprocessamento sem que, contudo, trabalhem com uma linguagem de programação. Muitas vezes os usuários apenas fazem uso de interfaces gráficas (GUI) por meio das ferramentas já disponíveis nos softwares SIG, mas em algum momento se faz necessário estender os recursos, automatizar processos, ou apenas trabalhar de forma mais eficiente para completar os objetivos primários para responder a perguntas baseadas no espaço geográfico. Desta maneira, a disciplina busca ensinar os alunos a desenvolver scripts para que este possa incorporá-los ao fluxo de seu trabalho.

Conteúdo:

Introdução ao Python e ArcPy. Uso ferramentas de geoprocessamento de forma automatizada. Trabalho com feições e geometrias em formato vetorial. Trabalho com arquivos rasters. Criação de Python toolboxes e add-ins.

Forma de Avaliação:

Exercícios e elaboração de um projeto final.

Bibliografia:

Bielenki, C. Jr; Barbassa, A. P. Geoprocessamento e Recursos Hídricos: Aplicações Práticas. EDUFSCar, São Carlos, 2012. Paul A. Zandbergen, Python Scripting for ArcGIS, ESRI Press, Califórnia, 2013.


Nr. de Créditos: 12

Carga Horária:

Teórica
(por semana)
Prática
(por semana)
Estudos
(por semana)
DuraçãoTotal
40815 semanas180 horas

Objetivos:

Apresentar os conceitos, princípios e procedimentos, bem como a experiência internacional no desenvolvimento da Avaliação Ambiental Estratégica (AAE), e perspectivas para o Brasil. A disciplina pretende proporcionar aos pós-graduandos a compreensão dos aspectos associados à integração da AAE no âmbito da política ambiental brasileira, capacitando-os para a análise e interpretação de efeitos ambientais associados a ações estratégicas de desenvolvimento.

Justificativa:

A Avaliação Ambiental Estratégica é um instrumento de política ambiental voltado para a promoção de aspectos ambientais e de sustentabilidade no processo decisório de Políticas, Planos e Programas. Consolidada em âmbito internacional e de aplicação compulsória em diversos países, o desenvolvimento dos sistemas de AAE tem sido acompanhado com grande interesse pela comunidade científica. No Brasil, a AAE tem sido caracterizada pela ausência de definição de princípios e objetivos, o que lhe impõe grandes limitações. Ao mesmo tempo, verifica-se um grande potencial para a integração da AAE ao processo de planejamento no país, embasada sobretudo pelas experiências bem sucedidas em âmbito internacional. Neste sentido, a presente disciplina constitui um elemento importante para a capacitação dos participantes para a pesquisa e aplicação deste instrumento.

Conteúdo:

1. A Política Nacional do Meio Ambiente e seus instrumentos. 2. Princípios da Avaliação Ambiental Estratégica (AAE), o processo histórico e a experiência internacional. 3. Procedimentos e abordagens. AAE e planejamento. Tiering e compatibilização entre planos e programas. 4. Screening e scoping. Definição de abrangência, objetivos e indicadores de AAE. 5. A elaboração da baseline. 6. A previsão, a avaliação e a mitigação de efeitos ambientais. Desenvolvimento de alternativas para as ações estratégicas. 7. A participação da sociedade e a tomada de decisão na AAE. 8. Documentação, implementação da ação estratégica e follow-up. 9. A efetividade da AAE. Revisão de qualidade. 10. Estudos de caso.

Forma de Avaliação:

Critério de aprovação: média ponderada entre as atividades realizadas, avaliação individual e trabalho final.

Bibliografia:

Fischer, T. B.; (2007). Theory and Practice of Strategic Environmental Assessment: Towards a More Systematic Approach. Earthscan. Glasson, J., Thérivel, R. e Chadwick, A. (2012). Introduction to environmental impact assessment. Spon Press. 4th. Edition. Oliveira, I. S. D.; Montaño, M.; Souza, M. P. (2009). Avaliação Ambiental Estratégica. São Carlos: Suprema Editora. Sadler, B.; Aschermann, R.; Dusik, J.; Fischer, T.; Partidario, M.; Verheem, R. (eds.) (2010). Handbook of Strategic Environmental Assessment. Routledge, 1a Edicao.. Therivel, R. (2010). Strategic Environmental Assessment in Action. 2a Edição, Earthscan.


Nr. de Créditos: 12

Carga Horária:

Teórica
(por semana)
Prática
(por semana)
Estudos
(por semana)
DuraçãoTotal
40815 semanas180 horas

Objetivos:

Propiciar o desenvolvimento dos conceitos de Avaliação de Impacto Ambiental para Política, Planos e Programas, por meio da Avaliação Ambiental Estratégica, e dos Estudos Prévios de Impacto Ambiental, quando se tratar de empreendimento ou projeto e as interrelações destes instrumentos com os demais instrumentos de Política Ambiental. Desenvolver o conhecimento específico dos conceitos que envolvem o tema, das Técnicas de avaliação de impacto ambiental e das questões práticas de desenvolvimento de projetos na área ambiental e as respectivas implementações.

Justificativa:

A apropriação do ambiente pelo atual modo de produção tem criado uma situação de escassez de recursos, de extinção de espécies e destruição de seus habitats, de impactos ambientais de grande monta e de desequilíbrios em todos os ecossistemas da Terra. O desafio de encontrar e aplicar novos instrumentos que possam considerar este quadro atual e apontar soluções ambientalmente sustentáveis tem sido uma constante nos últimos anos. No Brasil, o meio ambiente é considerado um bem de uso comum e a Política Ambiental contempla vários instrumentos para sua consecução. Dentre eles a Avaliação Impacto Ambiental, na perspectiva de analisar a viabilidade ambiental das Políticas, dos Planos e dos Programas, além da implementação dos Projetos. Nesse sentido, a proposta da presente disciplina é tratar do instrumento AIA e suas interfaces com os demais instrumentos da Política Ambiental vigente, bem como abordar as possibilidades e os desdobramentos de sua efetiva implementação, propiciando aos participantes uma visão sistêmica e integrada do processo de gestão ambiental.

Conteúdo:

1. O processo de AIA (histórico e difusão), aspectos institucionais e legais. A Política Nacional do Meio Ambiente e seus instrumentos. Impacto ambiental significativo; viabilidade ambiental e sustentabilidade. Definições. 2. Inserção da AIA no licenciamento ambiental. Aspectos legais e institucionais. Dano ambiental. Sistemas de AIA. Resolução CONAMA no. 01/86. Resolução SMA 54/04. AIA e licenciamento nos demais estados brasileiros. 3. Etapas de planejamento e elaboração do estudo ambiental. Principais atividades. Determinação da abrangência e escopo do EIA. Termo de referência. Procedimentos em SP e outros estados. 4. Formulação de alternativas locacionais e tecnológicas. Estudos ambientais preliminares. Estudo de alternativas locacionais. 5. Previsão dos impactos sobre meio físico, biótico, socioeconômico e associados. Metodologias para determinação dos impactos ambientais aplicadas em AIA 6. Adoção de medidas mitigadoras e programas de compensação. Planos de monitoramento. 7. Documentação e comunicação de resultados. Resumo não-técnico. Participação da sociedade. 8. Análise técnica e tomada de decisão. Revisão da qualidade de EIAs. - definição de critérios. 9. Acompanhamento (follow-up) e estratégias (dashboard, comitês de acompanhamento, relatórios de situação). 10. Perspectivas para incremento da AIA - efeitos cumulativos, Avaliação Ambiental Estratégica, integração à Gestão Ambiental de atividades.

Forma de Avaliação:

Média dos exercícios desenvolvidos no semestre, do trabalho apresentado no seminário e da avaliação final.

Bibliografia:

BECHARA, E. (2009). Licenciamento e compensação ambiental. Ribeirão Preto: Editora Atlas. CANTER, L.W. (1996). Environmental Impact Assessment. 2a Edição. New York: McGraw-Hill. ECCLESTON, C. H. (2012). Environmental Impact Assessment: a guide to best professional practices. CRC Press. GLASSON, J.; THERÍVEL, R.; CHADWICK, A. (2012). Introduction to Environmental Impact Assessment. London: Spon Press. 4a. Edição. MONTAÑO, M.; RANIERI, V. E. L. (2011). Análise de viabilidade ambiental. In: CALIJURI, MC; CUNHA, DGF. Engenharia Ambiental: conceitos, tecnologia e gestão. S. l. : Elsevier MONTAÑO, M.; SOUZA, M. P. (2008). A viabilidade ambiental no licenciamento de empreendimentos perigosos no Estado de São Paulo. Revista Engenharia Sanitária e Ambiental, Vol. 13, no. 4, 435-442, ABES: Rio de Janeiro. NOBLE, B. F. (2009). Introduction to Environmental Impact Assessment. A guide to principles and practice. 2a Edição, Oxford University Press. PERDICOULIS, A.; DURNING, B.; PALFRAMAN, L. (eds.) (2012). Furthering Environmental Impact Assessment: towards a seamless conection between EIA and EMS. Edward Elgar Publishers. SÁNCHEZ, L. E. (2008). Avaliação de Impacto Ambiental. Oficina de Textos. TRENNEPOHL, CURT E TRENNEPOHL, TERENCE (2010). Licenciamento Ambiental. Ed. Impetus. 3ª. ed. Bibliografia Complementar: Artigos de periódicos e textos distribuídos em aula.


Nr. de Créditos: 12

Carga Horária:

Teórica
(por semana)
Prática
(por semana)
Estudos
(por semana)
DuraçãoTotal
42615 semanas180 horas

Objetivos:

O objetivo da disciplina é fornecer condições que possibilitem a análise dos bioprocessos ambientais com base nos fundamentos de fenômenos físicos e bioquímicos, com a abordagem da cinética enzimática e microbiológica, visando fornecer os fundamentos necessários para o desenvolvimento da capacidade de projetar e otimizar sistemas que envolvam bioprocessos ambientais enzimáticos e microbiológicos.

Justificativa:

Dar subsídios científicos sobre cinética bioquímica e cálculo de reatores para alunos de mestrado e doutorado do Programa e especialmente para a linha de pesquisa em Biotecnologia Ambiental.

Conteúdo:

Motivação ao estudo da cinética das reações bioquímicas aplicadas a bioprocessos ambientais. 1.1. Mecanismos da cinética das reações aplicadas em Bioprocessos. 1.2. Modelos cinéticos das reações aplicadas em Bioprocessos. 1.2.1. Reações enzimáticas.1.2.2. Reações microbiológicas. 2. Cálculo de biorreatores enzimáticos aplicados a bioprocessos ambientais 2.1. Instrumentação e operação de reatores enzimáticos. 2.1. Análise de biorreator enzimático operado no modo batelada com mistura perfeita. 2.2. Análise de biorreator enzimático operado no modo contínuo com mistura perfeita. 2.3. Análise de biorreator enzimático operado no modo contínuo com fluxo pistonado. 2.4 Análise de biorreator enzimático operado no modo batelada alimentada com mistura perfeita. 2.5. Aplicações a bioprocessos ambientais. 3. Cálculo de biorreatores microbiológicos aplicados a bioprocessos ambientais. 3.1. Instrumentação e operação de biorreatores microbiológicos. 3.2. Análise de reator microbiológico operado no modo batelada com mistura perfeita. 3.3. Análise de reator microbiológico operado no modo contínuo com mistura perfeita. 3.3.1. Operação sem reciclo de células. 3.3.2. Operação com reciclo de células. 3.4. Análise de reator microbiológico operado no modo batelada alimentada com mistura perfeita. 3.5. Aplicações a bioprocessos ambientais.

Forma de Avaliação:

(i) apresentação de trabalhos na forma de seminários, com ênfase na qualidade do tema abordado sobre os aspectos de competência/conhecimento em utilizar recurso

Bibliografia:

Bailey, J.E. & Ollis, D.F. (1986) Biochemical Engineering Fundamentals. 2nd Ed. McGraw Hill, New York. Borzani, W.; Schmidell, W.; Lima, U.A.; Aquarone, E. (2001) Biotecnologia Industrial – Fundamentos. Edgard Blücher, São Paulo. Fogler, H.S. (2002) Elementos de Engenharia das Reações Químicas. 3a Ed. Trad. F.F. Moraes e L.M. Porto. LTC, Rio de Janeiro. Levenspiel, O. Engenharia das Reações Químicas. 3ª edição. Edgard Blücher, São Paulo, 2000. Mihelcic, J.R. (1999) Fundamentals of Environmental Engineering. John Wiley, New York. Schmidell, W.; Lima, U.A.; Aquarone, E.; Borzani, W. (2001) Biotecnologia Industrial – Engenharia Bioquímica. Edgard Blücher, São Paulo.


Nr. de Créditos: 10

Carga Horária:

Teórica
(por semana)
Prática
(por semana)
Estudos
(por semana)
DuraçãoTotal
22615 semanas150 horas

Objetivos:

Fornecer aos pesquisadores as condições para apreender os conceitos da Climatologia Dinâmica aplicada aos estudos relacionados ao Meio Ambiente e ao Ambiente Construído. Além desse aspecto, o curso procura considerar a atuação dos fenômenos atmosféricos no trato com os dados climáticos obtidos em superfície (por meio da utilização de estações clássicas ou automáticas) necessários aos diferentes objetos de estudo e campos do conhecimento científico. A disciplina procura promover as formas de interpretação e de caracterização climática, segundo as peculiaridades de cada área do conhecimento que compõem as Ciências da engenharia Ambiental, respeitando-se a necessária escala taxonômica de abordagem (temporal e espacial) do clima e de suas repercussões sobre o ambiente (Meio Ambiente & Ambiente Construído), incluindo, sobretudo as consequências sobre os seres vivos. Pretende-se ainda abordar a definição e o dimensionamento de sistemas automáticos de aquisição de dados ambientais e meteorológicos, a especificação de equipamentos e dos sensores destinados aos diferentes campos de trabalho e de necessidades específicas que são igualmente considerados objetivos primordiais. Pretende ainda permitir aos pesquisadores e aos participantes da disciplina a intervenção multidisciplinar ao longo das sessões de debates, de seminários, fundamentalmente, por meio de atividades experimentais e de observação. Inclui, portanto os aspectos cognitivos, tal qual a observação dos fenômenos climáticos (base do estudo e da compreensão do Clima), a percepção fenomenológica dos processos atmosféricos e as respectivas repercussões ou consequências sobre o Meio Ambiente, Ambiente Construído e sobre os seres vivos. Finalmente, a disciplina procura inovar apresentando como produto final, capítulos ou parte deles, voltados às dissertações e ás teses; trabalhos para Seminários, Congressos e Conferências, artigos ou pré-artigos consolidados que discutam as questões temáticas ou objetos de teses e dissertações, abordados e desenvolvidos durante a sua realização.

Justificativa:

A proposta desta disciplina se justifica pela utilização da abordagem dinâmica aplicada ao conceito de tipos de tempo, de acordo, com Monteiro (1969), o que permite melhor precisão para a análise climática, melhor resolução e representatividade dos dados climáticos utilizados para o estudo e para a análise dos distintos processos que ocorrem na Natureza. Aplica-se aos diferentes campos do conhecimento científico. Permite distinguir as principais repercussões das excitações climáticas sobre o Meio Ambiente e sobre o Ambiente Construído, a partir da compreensão da gênese do clima e da flutuação de valores dos elementos climáticos que, em última instância, representam as propriedades dos sistemas atmosféricos atuantes (as massas de ar). Em resumo, esta disciplina se preocupa em formular perguntas mais adequadas ao fato climático, de onde se podem extrair as consequências inerentes, diretas e indiretas, das repercussões do clima sobre o ambiente.

Conteúdo:

1 - O entendimento e compreensão do clima. Estudo e análise de suas principais variáveis. A gênese do clima. Correntes oceânicas, circulação geral da atmosfera e a radiação solar. Os fatores geográficos modificadores das condições iniciais do clima. 2 - A circulação secundária, dados de superfície e a definição dos Tipos de Tempo, segundo concepção geográfica do clima definida por MONTEIRO (1971). Categorias taxonômicas do clima: a questão da escolha da adequada escala de abordagem têmporo-espacial. 3 - Definição e escolha dos instrumentos de medição ambiental e das variáveis climáticas. Interpretação dos mecanismos da circulação atmosférica e os equipamentos de aquisição de dados de superfície: estações clássicas e automáticas. 4 - A utilização de imagens de satélite (infravermelho) e das cartas de pressões à superfície aplicadas ao estudo dos mecanismos atmosféricos para a compreensão do ritmo climático. 5 - A “definição de episódios representativos do fato climático” para o estudo do clima e de suas repercussões sobre o espaço. A adequada definição e escolha das variáveis climáticas e dos mecanismos da circulação atmosférica aos distintos objetos de estudo e campos do conhecimento: cada caso é um caso, recorte do objeto. 6 - Análise climática. A Climatologia dinâmica aplicada ao Meio Ambiente. Procura de resultados e conclusões. Atividades Previstas: Série de Estudos. -Textos selecionados. Definição de grupos de estudo com temáticas pré-selecionadas, de acordo com objetos de investigação dos pesquisadores e participantes do curso. - Utilização de textos específicos destinados às temáticas definidas pelos grupos de estudo. Revisão bibliográfica dos temas abordados e elaboração de um quadro teórico de referência. Exercícios e Práticas de observação dos fenômenos do clima. Aplicação efetiva dos conceitos da Climatologia Dinâmica aplicada ao estudo de fenômenos que ocorrem no espaço físico. - Definição de episódios climáticos com base nos Tipos de Tempo, segundo Monteiro (1969, 1971, 1973), Vecchia (1997) aplicados aos estudos e à análise do Meio Ambiente e do Ambiente Construído (cidades e edificações). - Vinculação dos dados climáticos de superfície aos processos da circulação da atmosfera. Compreensão clima a partir de sua gênese, escala de abordagem no tempo e no espaço, fatores geográficos de modificação das condições iniciais do clima e, sobretudo, compreensão dos padrões de comportamento, cíclicos e sazonais, dos elementos do clima. - Análise de consistência de dados meteorológicos provenientes das Estações Climatológicas, clássica e Automática, todas contendo os sensores básicos dos elementos climáticos: radiação solar global, pressão atmosférica, pluviosidade, temperatura e umidade relativa do ar, direção e velocidade dos ventos (dois e quatro metros do solo), etc. - Análise de, pelo menos, um episódio representativo dos tipos de tempo, de determinada região, analisando-se a gênese do clima, os fatores geográficos de modificação do clima e, finalmente, os elementos do clima. - Análise estatística de dados meteorológicos e compreensão de seu significado em função do objeto de estudo, da escala tempo–espaço e discussão de sua representatividade e precisão. Apresentação de resultados.

Forma de Avaliação:

O trabalho final deve ser apresentado na forma de seminários e monografias, podendo, preferivelmente, a apresentação de artigos, aceitos pelos órgãos de divulga

Bibliografia:

AYLLÓN, T. Elementos de meteorología y climatología. México, Trillas, 1996. ISBN: 968-24-5324-0. CUADRAT, J. M. & PITA, M. F. (1997): Climatología. Madrid, Ediciones Cátedra. BLESSIG, A. M. – Guía completa para entender la Meteorología. Barcelona, Editorial de Vecchi, 1995. DEMILLO, R. Como funciona o clima. S. Paulo, Quark Books, 1998. 0ESCOURROU, Gisèle - Climat et environnement: les facteurs locaux du climat. Paris, Masson S.A., 1981. (Collection Géographie). GRISOLLET, H.; GUILMET, B.; ARLÉRY, R. Climatologie: méthodes et pratiques. Paris, Gautiers-Villars & Cie, 1962. 401p. (Monographies de Météorologie). LOWRY, W. P. Atmospheric ecology for Designers and Planners. New York, Van Nostrand Reinhold, 1991. MONTEIRO, Carlos Augusto de F. A frente polar atlântica e as chuvas na fachada sul-oriental do Brasil: contribuição metodológica à análise rítmica dos tipos de tempo no Brasil. São Paulo, Instituto de Geografia-IGEOG USP, Serie Teses e Monografias n0 01, 1969. MONTEIRO, Carlos Augusto de F. Análise rítmica em Climatologia: problemas da atualidade climática e achegas para um programa de trabalho. São Paulo, Instituto de Geografia-IGEOG USP, Série Climatologia No 01, 1971. MONTEIRO, Carlos Augusto de F. A dinâmica climática e as chuvas de inverno na fachada Sul Oriental do Brasil: estudo geográfico sob forma de Atlas. São Paulo, Instituto de Geografia-IGEOG USP, 1973. 129p. NIMER, E. Climatologia do Brasil. Rio de Janeiro, Fundação IBGE, Série Recursos Naturais e Meio Ambiente, n° 4, 1979. PEDELABORDE, P. Introduction a l'étude scientifique du Climat. Paris, Société d'Édition d'Enseignement Supérior, 1970. PÉGUY, Ch. P. Précis de la climatologie. Paris, Masson & Cie.,Editeurs, 1970. PEIXOTO, J. P. As variações do clima e o ambiente. Lisboa, Gráfica Europam, 1987. PEDELABORDE, P. Influência do homem no clima e no ambiente. Lisboa, Gráfica Europam, 1987. SORRE, M. Les fondements de la Géographie Humaine. Les fondements biologiques. Essai d’une écologie de l’homme, Tomo I. Paris, Armand Colin, 1951. 448p. TITARELLI, A. H. V. A onda de frio de abril de 1971 e a sua repercussão no espaço geográfico brasileiro. São Paulo, USP. Instituto de Geografia, 1981. TOLENTINO, M. Estudo crítico sobre o clima da região de São Carlos. Concurso de monografias municipais. São Carlos, 1967. VAREJÃO–SILVA, M. A. Meteorologia e Climatologia. Brasília, INMET, Gráfica e Editora Stilo, 2.000. VIANELLO, R. L. & ALVES, R. A. Meteorologia básica e aplicações. Viçosa, Editora UFV, 2006. VECCHIA, F. Clima e ambiente construído: a abordagem dinâmica aplicada ao Conforto Humano. São Paulo. 316p. (Tese – Doutorado) – Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, 1997. ZAVATTINI, J. A. Estudos do clima no Brasil. Campinas, Editora Alínea, 2004. ZAVATTINI, J. A.; BOIN, M. N. Climatologia geográfica: Teoria e Prática de Pesquisa. Campinas: Alínea, 2013.


Nr. de Créditos: 10

Carga Horária:

Teórica
(por semana)
Prática
(por semana)
Estudos
(por semana)
DuraçãoTotal
22615 semanas150 horas

Objetivos:

Aplicar o conhecimento teórico-prático do Curso de "Climatologia Aplicada ao Meio Ambiente" ao estudo e à avaliação de investigações específicas em que a temática do clima seja necessária à obtenção de resultados. Ressalte-se que sempre aplicando os pressupostos teóricos da Climatologia Dinâmica na caracterização dos fenômenos climáticos e de suas conseqüências sobre o Ambiente e sobre os seres vivos.Permitir aos pesquisadores e participantes da disciplina a intervenção multidisciplinar ao longo das sessões de debates, seminários e atividades experimentais, assim como cognitivas, tal qual a observação dos fenômenos climáticos (base do estudo e compreensão da Climatologia e da Meteorologia) e a percepção fenomenológica dos processos atmosféricos e as respectivas repercussões.Finalmente, a disciplina Climatologia II procura apresentar como produto final, artigos ou pré-artigos consolidados que discutam as questões, temáticas ou objetos de teses e dissertações, abordados e desenvolvidos durante a realização do curso.

Justificativa:

Ampliar o horizonte de análise e de observação dos fenômenos relacionados ao campo da Climatologia Aplicada, fundamentalmente, enfocados sob a ótica da Climatologia Dinâmica.Desenvolver a prática do método científico orientado pela visão trans, multi e interdisciplinar, elaborando os objetivos específicos, de dissertações e teses, com base na visão holística, formulada, sobretudo, na visão global da organização espacial humana, por meio dos exemplos e dos critérios propostos pelo Desenvolvimento Sustentável.Permitir e garantir o processo de investigação experimental por meio de atividades de campo e de laboratório, com instrumentação de aquisição automática de dados, com dataloggers e sensores especialmente voltados aos campos de investigação das Ciências da Engenharia Ambiental.Da mesma forma, justifica-se essa disciplina pela sua capacidade de desenvolver a habilidade de formulação de indagações, desenvolvendo temáticas, exercícios experimentais, conclusões e, principalmente, pela a possibilidade de discorrer, na forma escrita, do exercício de divulgação das pesquisas e da investigação científica.

Conteúdo:

Abordagem fenomenológica do clima, considerando a sua observação como atividade fundamental, apoiada pelos pressupostos da Climatologia Dinâmica e, com relação ao estudo e caracterização do Ambiente, adotando-se, de forma crítica os princípios de Sustentabilidade.Abordagem holística das temáticas apresentadas pelos pesquisadores do curso, baseando-se em enfoque de abordagem multidisciplinar.Aplicação de sistemas de monitoramento ambiental automático visando à análise e o estudo de fenômenos ambientais, a exemplo das condições climáticas e ambientais existentes em espaços ocupados.4.1 - Série de Estudos.§ Textos selecionados. Definição de grupos de estudo com temáticas pré-selecionadas, de acordo com objetos de investigação dos pesquisadores e participantes do curso.§ Utilização de textos específicos destinados às temáticas definidas pelos grupos de estudo. Revisão bibliográfica dos temas abordados e elaboração de um quadro teórico de referência.§ Aulas teóricas e seminários para debates. 4.2 - Exercícios e Práticas de observação dos fenômenos do clima. Aplicação efetiva dos conceitos da Climatologia Dinâmica aplicada ao estudo de fenômenos que ocorrem no espaço físico.§ Definição de episódios climáticos com base nos Tipos de Tempo (Análise Rítmica), segundo Monteiro (1968) e Vecchia (1997) aplicados aos estudos e à análise do Meio Ambiente e do Ambiente Construído (cidades e edificações).§ Vinculação dos dados climáticos de superfície aos processos da circulação da atmosfera. Compreensão clima a partir de sua gênese, escala de abordagem no tempo e no espaço, fatores geográficos de modificação das condições iniciais do clima e, sobretudo, compreensão dos padrões de comportamento, cíclicos e sazonais, dos elementos do clima.§ Análise de consistência de dados meteorológicos provenientes das Estações Climatológicas, Clássica e Automática, esta última, composta por datalogger CR21X, Campbell Scientific Inc., sensores básicos dos elementos climáticos: radiação solar global, pressão atmosférica, pluviosidade, temperatura e umidade relativa do ar, direção e velocidade dos ventos (dois e quatro metros do solo), etc..§ Análise de, pelo menos, um episódio representativo do clima, de uma determinada região, analisando-se a gênese do clima, os fatores geográficos de modificação do clima e, finalmente, os elementos do clima.§ Determinação de critérios para se estabelecer a escala de abordagem, no tempo e no espaço, dos fenômenos climáticos e de suas decorrências sobre o espaço físico, com base nas categorias taxonômicas de Monteiro (1978), Edlincher (1981) em Linacre (1986), Cuadrat (1991), McIntyre (1980) entre outros.§ Análise estatística de dados meteorológicos e compreensão de seu significado em função do objeto de estudo, da escala tempo-espaço e discussão de sua representatividade e precisão. 4.3 - Sistemas de Medição Automática.§ Utilização de equipamentos automáticos de coleta e armazenamento de dados meteorológicos e ambientais (ambientes internos, edificações, interior de parques ou praças, etc.).§ Análise dos instrumentos de medição (sensores) com respeito à representatividade e precisão dos dados registrados, tempo de reação dos distintos elementos de registro (termopares, termístores, anemoscópio, anemômetros, barômeros, piranômetros, etc.). Estudo das grandezas registradas e análise de seu significado físico aplicado ao Meio Ambiente.§ Estudo crítico dos sistemas automáticos de medição: alcances e limitações.4.4 - Utilização de dados meteorológicos de Estação Meteorológica Clássica.§ Utilização de dados meteorológicos registrados na Estação Climatológica Clássica, do Centro de Recursos Hídricos e Ecologia Aplicada-CRHEA, Departamento de Hidráulica e Saneamento, Escola de Engenharia de São Carlos-EESC USP.§ Consistência de dados de leitura e coleta manual, planilhas, registros gerados mecanicamente (termógrafo, anemógrafo, etc.) através de sensores tradicionais (aneróide, fio de cabelo, liga metálica, etc.).§ Produção de séries históricas aplicadas aos objetivos e objetos de estudo dos alunos-pesquisadores da disciplina "Climatologia II".

Forma de Avaliação:

Seminários e trabalhos.

Bibliografia:

CUADRAT, J. M. & PITA, M. F. - Climatologia. Madrid, Cátedra, 1997. LOWRY, Willian P. - Atmospheric ecology for designers and planners. New York, Van Nostrand Reinhold, 1991. MENDONÇA, F.; OLIVEIRA, I. M. D.- Climatologia: Noções Básicas e Climas do Brasil. São Paulo. Oficina de Textos Editora, 2005. McINTYRE, D. A. - Indoor climate. London, Applied Science Publishers Ltd, 1980. MONTEIRO, Carlos Augusto de F. - A dinâmica climática e as chuvas de inverno na fachada Sul Oriental do Brasil: estudo geográfico sob forma de atlas. São Paulo, Instituto de Geografia-IGEOG USP, 1973. ____________________________ - A frente polar atlântica e as chuvas na fachada sul-oriental do Brasil: contribuição metodológica à análise rítmica dos tipos de tempo no Brasil. São Paulo, Instituto de Geografia-IGEOG USP, Serie Teses e Monografias n0 01, 1969.. ____________________________ - Análise rítmica em Climatologia: problemas da atualidade climática e achegas para um programa de trabalho. São Paulo, Instituto de Geografia-IGEOG USP, Série Climatologia No 01, 1971 Notas Técnicas da "World Meteorological Organizationa-WMO", publicadas no "World Climate Applications Programme Series-WCAP". OLIVER, J.E. - Climate and man's environment. New York, Wiley, 1973. SORRE, Maximilien - Les fondements de la Géographie Humaine. Les fondements biologiques. Essai d'une écologie de l'homme, Tomo I. Paris, Armand Colin, 1951.VAREJÃO-SILVA, M. A. - Meteorologia e Climatologia. Brasília, INMET, Gráfica e Editora Stilo, 2.000. Zavattini, J. A. - Climatologia: Noções Básicas e Climas do Brasil. Maringá. UEM. 2000


Nr. de Créditos: 6

Carga Horária:

Teórica
(por semana)
Prática
(por semana)
Estudos
(por semana)
DuraçãoTotal
104163 semanas90 horas

Objetivos:

Criar condições de aprendizagem para que os acadêmicos compreendam a importância da abordagem sistêmica no tratamento dos fenômenos ecológicos ligado a ictiofauna. Proporcionar situações de aprendizagem para que conheçam os fundamentos da Ecologia de Ecossistemas Aquáticos com ênfase na dinâmica da população e estrutura das comunidades de peixes, visando a sua utilização racional, o manejo adequado e a sua conservação. Além disso, visa introduzir o aluno na ecologia de peixes, fornecendo elementos básicos para estudos sobre dinâmica populacional e estrutura de comunidades de peixes. O aluno participa de trabalhos de campo envolvendo métodos de coleta e estudos de ecologia de peixes e suas relações com o ambiente aquático amostrado.

Justificativa:

A disciplina complementa outras disciplinas que focam o ecossistema aquático, além de atender uma demanda crescente de alunos de mestrado e doutorado do programa que desenvolve pesquisa em ecologia de peixes.

Conteúdo:

Introdução ao ambiente límnico. Caracterização abiótica dos ecossistemas aquáticos. Diversidade de ambientes límnicos. Funcionamento de sistemas naturais e impactados. Bacias hidrográficas. Os rios, lagos e reservatórios. Técnicas de capturas e amostragem de peixes. Peixes: principais grupos, métodos de estudo, habitat e hábitos. Estrutura das comunidades de peixes. Atributos ecológicos das comunidades de peixes (Índices de diversidade, similaridade, protocolos de avaliação). Ações antrópicas impactantes.

Forma de Avaliação:

O desempenho do aluno será avaliado por meio de estudos de caso aplicados em sala de aula, apresentação de seminários e trabalhos em grupo, além de avaliação.

Bibliografia:

1. TUNDISI, J.G. & MATSUMURA-TUNDISI, T. Limnologia. São Paulo: Oficina de Textos, 2008. 2. WALTER, K. DODDS, W. K. Freshwater Ecology: Concepts and Environmental Applications. Academic Press, San Diego, 2002. 3. J. DAVID ALLAN, J. D. & CASTILLO, M. M. Stream Ecology: Structure and function of running waters. 2. ed. Dordrecht: Springer, 2007. 4. BEGON, M., TOWNSEND, C. R. & HARPER, J. L. 2006. Ecology - From individuals to ecosystems. 4th Edition. Malden, Blackwell Publishing. 5. BUCKUP, P.A.; MENEZES, N.A.; GHAZZI, M.S. (eds.) 2007. Catálogo das Espécies de Peixes de Água Doce do Brasil. Rio de Janeiro, Museu Nacional. 195p. 6. GOLDMAN, C. R.; HORNE, A. J. Limnology. Auckland. McGraw-Hill Science, 1994. 480p. 7. CARAMASCHI, E. P., MAZZONI, R. & PERES-NETO, P. R. 1999. Ecologia de Peixes de Riachos. Oecologia Brasiliensis vol. VI. Rio de Janeiro, Programa de Pós-Graduação em Ecologia ? Insti¬tuto de Biologia UFRJ ? Universidade Federal do Rio de Janeiro. pp. 91-138. 8. GERKING, S. D. 1994. Feeding Ecology of Fish. San Diego, Academic Press. 416 p. + xxvi. 9. LOWE-MCCONNELL, R. H. 1999. Estudos Ecológicos de Comunidades de Peixes Tropicais. São Paulo, Edusp. 10. MATTHEWS, W. J. 1998. Patterns in Freshwater Fish Ecology. New York, Chapman & Hall. 11. WOOTTON, R.J. 1995. Ecology of teleost fishes. London: Chapman & Hall. 404p. 12. VAZZOLER, A. E. A. DE M. Biologia da reprodução de peixes teleósteos: Teoria e Prática. Maringá:Eduem; São Paulo: SBI. 169p. (1996). 13. AGOSTINHO, A.A.; MIRANDA, L.E.; BINI, L.M.; GOMES, L.C.; THOMAZ, S.M.; SUZUKI, H.I. Patterns of Colonization in Neotropical Reservoirs, and Prognoses on Aging. In: Tundisi, J.G. & Straškraba, M.(eds.). Theoretical Reservoir Ecology and its Applications. São Carlos: Internacional Institute of Ecology. p. 227-267. (1999). 14. BARBOSA, F.A.R., PADISÁK, J.; ESPÍNDOLA, E.L.G.; BORICS, G. ROCHA, O. The cascading reservoir continuum concept (CRCC) and its application to the river Tietê-basin, São Paulo State, Brazil. . In: Tundisi, J.G. & Straškraba, M.(eds.). Theoretical Reservoir Ecology and its Applications. São Carlos: Internacional Institute of Ecology. p. 425-438. (1999) 15. BRITSKI, H.; SILIMON, K.Z. DE S. DE & LOPES, B.S. Peixes do Pantanal. Manual de identificação. Brasília: Embrapa-SPI; Corumbá: Embrapa-CPAP. 184p. (1999). 16. MAGURRAN, A.E. Ecological diversity and its measurement. New Jersey: Princeton University Press. 179p. (1988). 17. REIS, R.E.; KULLANDER, S.O. & FERRARIS JR., C.J. (eds.). Check list of the freshwater fish of South and Central America. Porto Alegre: EDIPUCRS. 742 p. (2003) 18. ROCHA, O.; ESPÍNDOLA, E..L.G.; FENERICH-VERANI, N.; VERANI, J.R. & REITZLER, A.C. (eds.). Espécies invasoras em águas doces – estudo de caso e propostas de manejo. São Carlos: Editora da Universidade São Carlos. p. 165-180. (2005). 19. TUNDISI, J.G. Reservatórios como sistemas Complexos: Teoria, aplicações e perspectivas para usos múltiplos.In Henry, R. (ed.). Ecologia de reservatórios: Estrutura, função e aspectos sociais. Botucatu: FUNDIBIO; FAPESP. p. 19-38. (1999). 20. VALENTIN, J.L. Ecologia numérica: Uma introdução à análise multivariada de dados ecológicos. Rio de Janeiro: Interciências. 117p. (2000). 21. WINEMILLER, K.O. Patterns of variation in life history among South American fishes in seasonal environments Oecologia. v. 81, p. 225-241. (1989). 22. ZARET, T. M.; PAINE, R. T. Species introduction in an tropical lake. Science, v 182 (4111), 449-455 (1973). 23. ALLAN, J.D. 1995. Stream ecology: structure and function of running waters. London, Chapman & Hall, 388p. 24. HAUER, F.R. & LAMBERTI, G.A., 1996. Methods in stream ecology. San Diego, Academic Press, 674p. 25. HELFMAN, G.S.; COLLETTE, B.B. & FACEY, D.E., 1997. The diversity of fishes. Malden, Blackwell Science, 528p. 26. GIDO, K. B., D. A. JACKSON (eds.). 2010. Community ecology of stream fishes: concepts, approaches, and techniques. American Fisheries Society, Symposium 73, Bethesda, Maryland, 684p.


Nr. de Créditos: 10

Carga Horária:

Teórica
(por semana)
Prática
(por semana)
Estudos
(por semana)
DuraçãoTotal
24415 semanas150 horas

Objetivos:

Levar os alunos a conhecerem a origem da fauna e flora de água doce; Comparar os organismos de água doce com os marinhos, ressaltando as estratégias e adaptações das populações de água doce. Apresentar diferentes tipos de estudos teóricos e aplicados que podem ser realizados com populações de água doce, tanto em Ecologia Teórica quanto na Ecologia Aplicada. Apresentar novos Conceitos Teóricos em Ecologia. Introduzir a Metodologia de Trabalho explicitada na Teoria do Ambiente proposta por Andrewartha e Birch, (1985) para o estudo das populações. Desenvolver trabalhos práticos com populações de água doce de ecossistemas próximos (riachos, rios e lagos) como aplicação dos conhecimentos teóricos e oportunidade de aprendizagem dos metodológicos sobre as populações de água doce.

Justificativa:

Os ecossistemas de água doce são ambientes diversificados, contendo um grande número de comunidades e populações (fitoplancton, zooplancton, macrófita aqáticas, necton e bentos) as quais desempenham papéis importantes no funcionamento dos mesmos. Várias populações são indicadoras dos processos que ocorrem nas bacias hidrográficas, refletindo mudanças tanto nos ambientes aquáticos quanto nos sistemas terrestres circundantes. A manutenção da qualidade da água e a conservação da biodiversidade são problemas prioritários deste século e o entendimento detalhado da ecologia das populações de água doce é um requerimento imprescindível para que os mesmos possam ser manejados e conservados.

Conteúdo:

Conceituação Teórica: Origem e Características da fauna e Flora de Água Doce A Teoria do Ambiente Ecologia de Populações Estrutura Populacional da Espécie Dinâmica Populacional: Interações Populacionais Fluxo de Energia em Populações de Água Doce Populações em Comunidades / Biodiversidade Trabalhos Práticos: Estimativa do Tamanho de uma População de Água Doce Análise da Distribuição Espacial de Diferentes Populações; Análise da Estrutura Etária de uma População; Determinação de Curvas de Crescimento Populacional Determinação da Taxa de Crescimento de uma População Animal de Água Doce; Interações Biológicas – Predação – Seletividade Alimentar.

Forma de Avaliação:

A avaliação consistirá de: - Prova teórica sobre o conteúdo teórico da disciplina; - Seminário referente a um trabalho sobre uma população de água doce, selec

Bibliografia:

1. Pennak, R. W. 1978. Freshwater Invertebrates of United States. The Ronald Press Company, New York, 770 pp. 2. Andrewartha & Birch, 1984. The Ecological Web. More on the Distribution and Abundance of Animals. The University of Chicago Press, Chicago, 506 pp. 3. Schäfer, A. 1985. Fundamentos de Ecologia e Biogeografia das Águas Continentais. Editora da Universidade, Porto Alegre, 1ª Ed., 533 pg. 3- Pimm, S. L. 1991. The Balance of Nature. Ecological Issues in the Conservation of Species and Communities. The University of Chicago Press, Chicago. 434 pp. 4- Stilling, P. D. 1996., Ecology, Theories and Applications. 2nd ed. Prentice-hall Inc. New Jersey, 539 pp. 5- Krebs.C. J. 2001., Ecology. The Experimental Analysis of Distribution and Abundance. 5th Ed. International Edition, Addison Wesley Longman Inc. San Francisco, 695 pp. 6- Tundisi, J. G. & Matsumura-Tundisi, T. M. Limnologia. 2008. Oficina de Textos, 1°. Ed. 632 pg. 7- Thorp, J. H. & Rogers, D. C. 2015. Field Guide to Freshwater Invertebrates of North America. Academic Press, 270 pp. 8- Moss, B.R. 2017. Ecology of Freshwaters: A View for the Twenty First Century. 4th. Ed., Wiley-Blackwell, 482 pp. (E-Book-Digital)


Nr. de Créditos: 2

Carga Horária:

Teórica
(por semana)
Prática
(por semana)
Estudos
(por semana)
DuraçãoTotal
151231 semanas30 horas

Objetivos:

A disciplina tem por objetivo apresentar aos alunos conceitos e princípios básicos da Ecotoxicologia Terrestre, visando transmitir conhecimentos teóricos e práticos relacionados à área, destacando-se as ameaças à qualidade do solo e aos Serviços do Ecossistema, bem como as políticas para sua proteção, e metodologias para Análise de Risco Ecológico.

Justificativa:

A degradação do solo por fatores antropogênicos é alarmante e a necessidade de sua proteção e das comunidades a ele inerentes tem se tornado objeto de políticas ambientais no mundo todo. Desta forma, vem se tornando cada vez mais prioritário avaliar a probabilidade de que efeitos ecológicos adversos ocorram ou possam ocorrer como resultado da exposição do solo a diferentes substâncias e produtos, bem como entender a forma de ação dos mesmos e seus efeitos, de modo a permitir a adoção de políticas públicas mais eficazes para a proteção do ecossistema solo. Neste sentido, a Análise de Risco Ecológico uma ferramenta adequada, que deve ser conhecida e aplicada.

Conteúdo:

• O que é a ecotoxicologia: princípios básicos; Principais tipos de contaminantes e vias de entrada no ambiente; Qualidade do solo e Serviços dos Ecossistemas; Ameaças à qualidade do solo; Contaminação do solo e exemplos de políticas europeias de proteção do solo; • Análise de risco ecológico (ARE) em solos I: semelhanças e diferenças entre Análise de Risco Ecológico retrospectiva e prospectiva; Metodologias associadas a cada nível da ARE; • Análise de risco ecológico em solos II: Incertezas em Análise de Risco de locais contaminados: O papel das propriedades do solo; Novas abordagens em Ecotoxicologia de solos; Proteção do solo no Brasil. • Análise de dados de ensaios ecotoxicológicos de solo: cálculo de CENO/CEO, ECx; warning charts. • Apresentação de seminários e discussão geral • Práticas: Colocação e avaliação de pitfall e bait-lamina no solo; Montagem de ensaios de fuga com colêmbolos.

Forma de Avaliação:

A avaliação envolverá a participação dos alunos em aula além da elaboração de um resumo expandido, com dados obtidos durante o curso, e apresentação de seminári

Bibliografia:

ABNT – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. 2010. Qualidade do solo – Guia para a seleção e a avaliação de bioensaios para caracterização ecotoxicológica de solos e materiais de solo. 11p. CONAMA – CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE. 2009. Resolução n. 420, de 28 de dezembro de 2009. Dispõe sobre critérios e valores orientadores de qualidade do solo quanto à presença de substâncias químicas e estabelece diretrizes para o gerenciamento ambiental de áreas contaminadas por essas substâncias em decorrência de atividades antrópicas. Brasília. ISO 23611-2., 2006. Soil quality – Sampling of soil invertebrates – Part 2: Sampling and extractio of micro-arthropods (collembola and acarina) Jensen, J., Mesman, M., 2006. Ecological risk assessment of contaminated land – Decision support for site specific investigations. Kratz, W., 1998. The bait-lamina test - General aspects, applications and perspectives. Environ. Sci. Pollut. Res. 5, 94–96. Lokke, H., van Gestel, C.A.M., 1998. Handbook of Soil Invertebrate Toxicity Tests. John Wiley and Sons. Ltd., p. 251. Menezes-Oliveira, V.B., Scott-Fordsmand, J.J., Soares, A.M.V.M., Amorim, M.J.B., 2014. Development of ecosystems to climate change and the interaction with pollution—Unpredictable changes in community structures. Appl. Soil Ecol. 75, 24–32. doi:10.1016/j.apsoil.2013.10.004 Menezes-Oliveira, V.B., Scott-Fordsmand, J.J., Soares, A.M.V.M., Amorim, M.J.B., 2013. Effects of temperature and copper pollution on soil community--extreme temperature events can lead to community extinction. Environ. Toxicol. Chem. 32, 2678–85. doi:10.1002/etc.2345 OECD 220., 2004. OECD Guidelines for testing of chemicals. Guideline 220: Enchytraeid Reproduction Test OECD 232., 2009. OECD Guidelines for testing of chemicals. Guideline 232: Collembolan Reproduction Test in Soil. OECD 226., 2008. OECD Guidelines for testing of chemicals. Guideline 226: Predatory mite (Hypoaspis (Geolaelaps) aculeifer) reproduction test in soil


Nr. de Créditos: 4

Carga Horária:

Teórica
(por semana)
Prática
(por semana)
Estudos
(por semana)
DuraçãoTotal
128102 semanas60 horas

Objetivos:

A disciplina visa apresentar aos alunos os conceitos, metodologias e desafios relacionados ao sistema energético nacional. Serão abordadas as principais fontes energéticas (com destaque para as fontes renováveis de energia), suas principais características, componentes e relação com os aspectos socioambientais.

Justificativa:

O desenvolvimento de um pais está intimamente relacionado à gestão e planejamento energético. O setor energético, por sua vez, apresenta impactos socioambientais significativos e que merecem cada vez mais atenção dos setores público, privado e da sociedade em geral. Assim, esta disciplina apresenta um papel muito importante para a discussão destas temáticas neste Programa de Pós-Graduação. Neste contexto, serão discutidas as principais fontes energéticas que podem auxiliar no atendimento das demandas energéticas, atuais e futuras, tendo em vistas as questões socioambientais e de sustentabilidade.

Conteúdo:

Panorama da energia no Brasil e no mundo. Matriz energética nacional. Participação das energias renováveis na matriz energética nacional. Consumo energia elétrica no Brasil. Questões socioambientais associadas à expansão da oferta de energia. Desafios para o desenvolvimento de energias sustentáveis. Energia hidráulica: geração, potencial, características, classificação, principais componentes e questões socioambientais. Pequenas Centrais Hidrelétricas. Energia solar: geração, potencial, características, classificação, principais componentes e questões socioambientais. Energia eólica: geração, potencial, características, classificação, principais componentes e questões socioambientais. Biomassa e Biocombustíveis: geração, potencial, características, classificação, principais componentes e questões socioambientais. Outras fontes: geotérmicas, maremotriz, entre outras. Fontes não-renováveis: derivados do petróleo, gás natural, energia nuclear, carvão mineral: geração, potencial, características, classificação, principais componentes e questões socioambientais.

Forma de Avaliação:

Redação e apresentação de trabalho na forma de seminário.

Bibliografia:

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL. 2008. Atlas de energia elétrica do Brasil. Brasília: Aneel. 3ª ed. 236 p. ISBN: 978-85-87491-10-7. AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL. 2018. Banco de Informações de Geração. Disponível em: . Acesso em: 25 set. 2018. BARRETO, D.; BONI, A. C.; ALVARENGA, R. P.; MIRANDA, R. B. Planejamento e Gestão de Recursos Energéticos. São Carlos: Coleção UAB-UFSCar, 2013 (Apostila de curso). EMPRESA DE PESQUISA ENERGÉTICA - EPE. 2018. Balanço Energético Nacional - BEN. Relatório Síntese - Ano base 2017. Rio de Janeiro: EPE. MAUAD, F.F. 2017. Energia renovável no Brasil: análise das principais fontes energéticas renováveis brasileiras. Frederico Fábio Mauad, Luciana da Costa Ferreira, Tatiana Costa Guimarães Trindade. São Carlos: EESC/USP, 2017. 349 p. ISBN: 978-85-8023-052-9 (e-book). MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA, EMPRESA DE PESQUISA ENERGÉTICA. 2017. Plano Decenal de Expansão de Energia 2026 / Ministério de Minas e Energia. Empresa de Pesquisa Energética. Brasília: MME/EPE. MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA. 2007. Plano Nacional de Energia 2030 / Ministério de Minas e Energia; colaboração Empresa de Pesquisa Energética. Brasília: MME: EPE.


Nr. de Créditos: 6

Carga Horária:

Teórica
(por semana)
Prática
(por semana)
Estudos
(por semana)
DuraçãoTotal
104163 semanas90 horas

Objetivos:

Conhecer os princípios e fundamentos da gestão ambiental brasileira através das suas políticas, enfocando principalmente a Política Nacional de Meio Ambiente e a Política Nacional de Recursos Hídricos, com seus instrumentos e relações.

Justificativa:

As intervenções sobre o meio ambiente e as degradações delas decorrentes estão cada vez mais intensas, destacando a necessidade de que o poder público e a sociedade realizem ações visando uma melhor gestão do uso dos recursos. Uma das formas de melhor gerenciar o aproveitamento dos recursos é o estabelecimento de políticas ambientais, amparadas por seus instrumentos. No Brasil, em seu arcabouço jurídico, têm destaque a Política Nacional de Meio Ambiente e a Política Nacional de Recursos Hídricos. A proposta da presente disciplina é compreender os fundamentos, princípios e aplicação destas duas políticas, os instrumentos que elas propõem e, principalmente, a relação que estes instrumentos possuem. Assim, será proporcionada aos participantes uma visão integrada do sistema de gestão pública ambiental nacional, sistema este com a finalidade de compatibilizar o desenvolvimento social com a preservação ambiental.

Conteúdo:

1. Evolução histórica da questão ambiental. 2. Valoração ambiental: Conceito de Valor Econômico Ambiental e Taxonomia Geral do Valor Econômico Ambiental: Valores de Uso, Valor de Opção, Valor de Existência. 3. Política Nacional de Meio Ambiente: instrumentos (padrões de qualidade ambiental, zoneamento ambiental, avaliação de impactos ambientais, licenciamento ambiental e áreas protegidas), relação entre estes instrumentos e estado atual de implementação dos instrumentos no Brasil. 4. Política Nacional de Recursos Hídricos: princípios, fundamentos, objetivos, instrumentos e suas relações, sistemas estaduais e nacional de gerenciamento de recursos hídricos, conflitos de uso e estado atual de implementação dos instrumentos no Brasil. 5. Outras políticas e instrumentos ambientais: Lei dos crimes ambientais, Lei da Mata Atlântica, Pagamentos por Serviços Ambientais, Princípios do Equador. 6. Discussão de casos de boas práticas da aplicação e interação entre os instrumentos de política ambiental.

Forma de Avaliação:

Bibliografia:

MACHADO, C. J. S. Gestão de águas doces. Rio de Janeiro: Interciência, 2004. MAY, P. H.; LUSTOSA, M. C. J.; VINHA, V. G. Economia do Meio Ambiente: Teoria e Prática.Rio de Janeiro: Campus, 2003. MILARÉ, E. Direito do ambiente: a gestão ambiental em foco: Doutrina, Jurisprudência, Glossário. 7.ed Reformulada, atualizada e ampliada. São Paulo: Editora dos Tribunais, 2011. 1647p. ROMEIRO, A. R.; REYDON, B. P.; LEONARDI, M. L. A. (org). Economia do meio ambiente: teoria, políticas e a gestão de espaços regionais. Campinas: UNICAMP, 1996. SÁNCHEZ, L. E. Avaliação de impacto ambiental: conceitos e métodos. São Paulo: Oficina de Textos, 2008. 495 p. SETTI, A. A.; LIMA, J. E. F. W.; CHAVES, A. G. M.; PEREIRA, I. C. Introdução ao gerenciamento de recursos hídricos. 2.ed. Brasília: Agência Nacional de Energia Elétrica, 2000. 207 p. SILVA, A. L. M. Direito do meio ambiente e dos recursos naturais. São Paulo: Revista dos Tribunais, v.1, 2005. TRENNEPOHL, C.; TRENNEPOHL, T. Licenciamento ambiental. 3.ed. Niterói: Impetus, 2010. 344 p. TUCCI, C. E. M.; HESPANHOL, I.; CORDEIRO NETTO, O. M. Gestão de Água no Brasil. Brasília: UNESCO (2001). 156p. Textos e artigos selecionados da área.


Nr. de Créditos: 4

Carga Horária:

Teórica
(por semana)
Prática
(por semana)
Estudos
(por semana)
DuraçãoTotal
102182 semanas60 horas

Objetivos:

Formação teórico-conceitual dos pós-graduandos e pesquisadores no campo da Climatologia Aplicada, objetivando entender as repercussões dos processos atmosféricos nas atividades humanas no espaço físico, urbano e rural, e as possíveis mitigações nesses espaços, frente às enchentes e as inundações, secas, rajadas de vento, calor e frio. Fortalecer o conceito da Climatologia Dinâmica como marco conceitual para o entendimento do Clima, segundo definição da OMM (Organização Meteorológica Mundial), por meio de debates e discussões, proposição de atividades práticas/ numéricas com utilização dos Episódios Climáticos. Incluem-se igualmente o atual e polêmico debate sobre as Mudanças Climáticas, Aquecimento Global Antropogênico, Glaciações discutidas sobre a ótica dinâmica do Clima, considerando-se as escalas temporais e espaciais. Objetivos específicos: Incentivar a crítica com base teórica e fundamentação holística dos pesquisadores no campo da interpretação dos fenômenos climáticos; promover a visão crítica sobre as repercussões dos movimentos atmosféricos nas atividades humanas, que são tratados no campo da crise hídrica, secas cíclicas em determinadas regiões do país, percepção térmica em edifícios e cidades, enchentes (rios) e inundações (ação antrópicas no meio urbano), etc.

Justificativa:

A proposta desta disciplina se justifica pela utilização da abordagem dinâmica aplicada ao conceito de tipos de tempo, de acordo, com Monteiro (1968), o que permite melhor precisão para a análise climática, melhor resolução e representatividade dos dados climáticos utilizados para o estudo e para a análise dos distintos processos que ocorrem na Natureza. Aplica-se aos diferentes campos do conhecimento científico. Permite distinguir as principais repercussões das excitações climáticas sobre o Meio Ambiente e sobre o Ambiente Construído, a partir da compreensão da gênese do clima e da flutuação de valores dos elementos climáticos que, em última instância, representam as propriedades dos sistemas atmosféricos atuantes (as massas de ar). Em síntese, esta disciplina se preocupa em formular perguntas mais adequadas ao fato climático, de onde se podem extrair as consequências inerentes, diretas e indiretas, das repercussões do clima sobre o ambiente.

Conteúdo:

Atividades de "leitura comentada" baseadas na literatura proposta na Bibliografia da disciplina, que contenham inúmeras evidências do fato climático abordado, a exemplo de episódios de reação frente ao frio ou ao calor, episódios de seca, "crise hídrica" ou períodos de chuvas excepcionais, ritmo climático em escalas locais e regionais, que permitam a visualização de invariantes expressas, por exemplo, pelas chuvas de verão e de inverno, expressas por variadas gêneses fronto-genéticas, ZCAS, orográficas (em escala regional), entre os demais fenômenos do clima. Exercícios de aplicação abordando a ocorrência de processos atmosféricos, com repercussões sobre o ambiente físico, por meio de utilização de convenientes séries históricas de dados climáticos, análise de textos ou de relatos de situações inusitadas e de suas repercussões, de relatórios da OMM, IPCC, periódicos leigos e científicos relatando processos atmosféricos verificados com as respectivas repercussões. 1. Climatologia Clássica e Dinâmica; 2. Meteorologia e Climatologia: conceitos de tempo e clima; 3. Escalas de abordagem: espacial e temporal; 4. Conceituação de episódios climáticos e suas aplicações ao meio ambiente; 5. Exercícios de aplicação (destinados aos projetos específicos de cada pós-graduando); 6. Debates sobre temas: 6.1. Mudanças climática; 6.2. Aquecimento global: 6.3. Métodos e técnicas aplicados ao estudo e à pesquisa do Clima Urbano; 7. Teledetecções: Ciclo Nodal Lunar; Oscilação Decadal do Pacífico; Oscilação Madden Julian; Dipolo do Atlântico; Ondas de Rosbi; Oscilação Antártica; 8. Paleoclimatologia da América do Sul (Geologia do Quaternário).

Forma de Avaliação:

Apresentação de seminários, preferencialmente, relacionados com atividades de pesquisa e/ou de artigos pessoais publicados em revistas indexadas de circulação,

Bibliografia:

CUNHA, D. G. F.; VECCHIA, F. As abordagens clássica e dinâmica de clima: uma revisão bibliográfica aplicada ao tema da compreensão da realidade climática. Ciência e Natura, v. 29, p. 137-149, 2007. MENDONÇA, F. A. & DANNI-OLIVEIRA, I. M. Climatologia: noções básicas e climas do Brasil. São Paulo: Oficina de Textos, 2007. 206 p. MONTEIRO, Carlos Augusto de F. A dinâmica climática e as chuvas de inverno na fachada Sul Oriental do Brasil: estudo geográfico sob forma de Atlas. São Paulo, Instituto de Geografia-IGEOG USP, 1973. 129p. MONTEIRO, Carlos Augusto de F. A frente polar atlântica e as chuvas na fachada sul-oriental do Brasil: contribuição metodológica à análise rítmica dos tipos de tempo no Brasil. São Paulo, Instituto de Geografia-IGEOG USP, Serie Teses e Monografias n01, 1969. MONTEIRO, Carlos Augusto de F. Análise rítmica em Climatologia: problemas da atualidade climática e achegas para um programa de trabalho. São Paulo, Instituto de Geografia-IGEOG USP, Série Climatologia No 01, 1971. MONTEIRO, Carlos Augusto de F. (1963). O Clima da Região Sul. Geografia Regional do Brasil – Região Sul. Rio de Janeiro, v. 1, p. 117-169. MOLION, LUIZ CARLOS B.; AQUECIMENTO GLOBAL: UMA VISÃO CRÍTICA. Revista Brasileira de Climatologia, v. 3/4, p. 7-24, 2008. MOLION, LUIZ CARLOS B.; LUCIO, PAULO SÉRGIO. A Note on Pacific Decadal Oscillation, El Nino Southern Oscillation, Atlantic Multidecadal Oscillation and the Intertropical Front in Sahel, Africa. Atmospheric and Climate Science (Print), v. 03, p. 269-274, 2013. PEDELABORDE, Pierre - Introduction a l'étude scientifique du Climat. Paris, Société d'Édition d'Enseignement Supérior, 1970. SORRE, Maximilien - Les fondements de la Géographie Humaine. Les fondements biologiques. Essai d'une écologie de l'homme, Tomo I. Paris, Armand Colin, 1951. SIQUEIRA, ANDERLAN HENRIQUE BATISTA; MOLION, LUIZ CARLOS BALDICERO . ANÁLISES CLIMÁTICAS: O FILTRO HODRICK-PRESCOTT APLICADO AOS ÍNDICES ATMOSFÉRICOS DA OSCILAÇÃO SUL E DA OSCILAÇÃO DO ATLÂNTICO NORTE. Revista Brasileira de Meteorologia (Impresso), v. 30, p. 307-318, 2015. STEINKE, E. T. Climatologia Fácil. São Paulo: Oficina de Textos, 2012. VAREJÃO-SILVA, M. A. - Meteorologia e Climatologia. Brasília, INMET, Gráfica e Editora Stilo, 2.000. VECCHIA, F. - Clima e ambiente construído: a abordagem dinâmica aplicada ao Conforto Humano. São Paulo. 316p. (Tese – Doutorado) – Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, 1997. ZAVATTINI, J. A. Climatologia: Noções Básicas e Climas do Brasil. Maringá. UEM. 2000. ZAVATTINI, J. A. As chuvas e as massas de ar no Estado de Mato Grosso do Sul: estudos geográficos com vista à regionalização climática. São Paulo-SP. Editora UNESP: Cultura Acadêmica, 2009. ARTIGOS, TESES E DISSERTAÇÕES RECOMENDADAS: PRADELLA, H. L. A construção do conceito de “tipos de tempo” entre os séculos XVII e XXI, no âmbito das Ciências Atmosféricas. 2014. Dissertação (Mestrado em Geografia Física) – Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo. VECCHIA, F. Estudo comparativo do comportamento térmico de quatro sistemas de cobertura. Um estudo experimental para a reação frente ao calor. Construção Metálica, São Paulo, v. 71, n.1, p. 21-24, 2005.


Nr. de Créditos: 8

Carga Horária:

Teórica
(por semana)
Prática
(por semana)
Estudos
(por semana)
DuraçãoTotal
32315 semanas120 horas

Objetivos:

O objetivo da disciplina é fornecer fundamentos para uma análise matemática dos bioprocessos ambientais pelos princípios de modelagem de fenômenos físicos e bioquímicos, incluindo a estimativa de parâmetros pelos algoritmos de otimização com ênfase ao ajuste de modelos a dados experimentais.

Justificativa:

Grande parte dos bioprocessos ambientais envolvem sistemas complexos, tanto no que diz respeito à cinética química e bioquímica, quanto em relação aos fenômenos de transferência de quantidade de movimento, calor e massa. Cabe ressaltar que esses processos ainda não possuem modelos matemáticos amplamente estabelecidos. Nesse sentido, a capacitação de alunos de pós-graduação na área de modelagem matemática de bioprocessos ambientais oferece uma grande oportunidade no desenvolvimento de estratégias/modelos que permitam uma maior compreensão dos sistemas estudados, fornecendo aos alunos de pós-graduação ferramentas que possibilitem um maior aprofundamento dos seus respectivos projetos de pesquisa.

Conteúdo:

1. Motivação ao estudo da modelagem matemática aplicada a bioprocessos ambientais. 1.1. Motivação à modelagem matemática de bioprocessos ambientais.1.2. Princípios gerais do procedimento de formulação de um modelo matemático.2. Princípios básicos de modelagem matemática de bioprocessos ambientais. 2.1. Classificação dos modelos matemáticos. 2.2. Conceito de equações e variáveis de estado .3. Elementos adicionais de um modelo matemático. 3. Modelagem matemática aplicada a bioprocessos ambientais. 3.1. Características específicas dos bioprocessos para fins de modelagem matemática. 3.2. Cinética de reações em Bioprocessos. 3.3. Análise de reatores em Bioprocessos. 3.4. Métodos numéricos aplicados à simulação matemática de modelos. 3.5. Aplicações a bioprocessos ambientais. 4. Ajuste de modelos matemáticos de bioprocessos ambientais a dados experimentais. 4.1. Fundamentos sobre otimização de funções – ajuste de parâmetros. 4.2. Métodos de análise de dados experimentais – diferencial/integral e linear/não-linear. 4.3. Critérios estatísticos de validação de modelos. 4.4. Métodos numéricos aplicados ao ajuste de modelos. 4.5. Aplicações a bioprocessos ambientais.

Forma de Avaliação:

(i) apresentação de trabalhos na forma de seminários, com ênfase na qualidade do tema abordado sobre os aspectos de competência/conhecimento em utilizar recurso

Bibliografia:

Bailey, J.E. & Ollis, D.F. (1986) Biochemical Engineering Fundamentals. 2nd Ed. McGraw Hill, New York. Edgar, T.F. & Himmelblau, D.M. (1989) Optimization of Chemical Process. McGraw Hill, New York. Felder, R.M. & Rousseau, R.W. (2005) Princípios Elementares de Processos Químicos. 3a Ed. Trad. Martín Aznar. LTC, Rio de Janeiro. Fogler, H.S. (2002) Elementos de Engenharia das Reações Químicas. 3a Ed. Trad. F.F. Moraes e L.M. Porto. LTC, Rio de Janeiro. Luyben, W.L. (1990) Process Modeling, Simulation and Control. 2nd Ed. McGraw Hill, New York. Mihelcic, J.R. (1999) Fundamentals of Environmental Engineering. John Wiley, New York. Schmidell, W.; Lima, U.A.; Aquarone, E.; Borzani, W. (2001) Biotecnologia Industrial – Engenharia Bioquímica. Edgard Blücher, São Paulo.


Nr. de Créditos: 8

Carga Horária:

Teórica
(por semana)
Prática
(por semana)
Estudos
(por semana)
DuraçãoTotal
32315 semanas120 horas

Objetivos:

Aprofundar o conhecimento do pós-graduando a respeito dos fundamentos da poluição, visando a compreensão dos problemas ambientais atuais para que o estudante seja apto a contribuir para solucionar os desafios relativos à poluição do ar, da água e do solo. A disciplina objetiva ainda demonstrar os principais métodos para avaliação dos impactos ambientais de produtos e processos, assim como fomentar no aluno a análise crítica de possibilidades de implementação de novas tecnologias na mitigação de impactos ambientais.

Justificativa:

Dar subsídios científicos sobre poluição ambiental para alunos de mestrado e doutorado do Programa e especialmente para a linha de pesquisa em Biotecnologia Ambiental.

Conteúdo:

Introdução à poluição ambiental: - Histórico - Definições e conceitos - Legislação pertinente em âmbito nacional e estadual Análises ambientais: - Estudo de impactos ambientais- Análise de impactos ambientais Métodos de avaliação de impacto ambiental: -Análise de ciclo de vida-Análise energética, exergética e emergética-Análise de fluxo de matérias-Pegada ecológica e de carbono-Análise de impacto nos recursos hídricos-Métodos econométricos: disposição a pagar e Insumo-Produto Resíduos sólidos: - Caracterização e Tratamento Efluentes líquidos - Caracterização e Tratamento Poluição hídrica: - Análises – Monitoramento - Controle Poluição atmosférica: - Análises- Monitoramento - Controle Poluição do solo: - Análises – Monitoramento - Controle Poluição Térmica: - Medidas e controle Poluição Radioativa Poluição Agrícola

Forma de Avaliação:

Estudos dirigidos, exercícios aplicativos e avaliação individual ao final do semestre.

Bibliografia:

Bishop, P. (2000) Pollution Prevention: Fundamentals and Pratice, ISBN 0-0736614703. Khopakar, S. M. (2005) Environmental Pollution Monitoring and Control, 483p. New Age International Publishers, Reprint - First Edition, New Delhi, India. Hill, M. K. (2010) Understanding Environmental Pollution, 620p. Third Edition, Cambridge University Press, Cambridge, UK. Farmer, A. (2002) Managing Environmental Pollution, 281 p. First edition, Routledge, Oxford, UK. Baumann, H., & Tillman, A. M. (2004). The hitchhiker's guide to LCA. An orientation in LCA methodology and application. Lund: Studentlitteratur.


Nr. de Créditos: 6

Carga Horária:

Teórica
(por semana)
Prática
(por semana)
Estudos
(por semana)
DuraçãoTotal
22215 semanas90 horas

Objetivos:

Contribuir para o desenvolvimento de capacidades relacionadas ao exercício da docência no ensino superior, no campo das Ciências da Engenharia Ambiental. Espera-se que o aluno desenvolva habilidades voltadas ao planejamento, preparação, desenvolvimento e aplicação de estratégias instrucionais, incluindo o planejamento, seleção e organização de conteúdos, abordagens e materiais a serem trabalhados. Finalmente, a disciplina pretende contribuir para o aperfeiçoamento dos conhecimentos necessários para identificar, selecionar e justificar o uso de diferentes tecnologias no ambiente de aprendizagem.

Justificativa:

A disciplina visa a preparação pedagógica dos estudantes do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Engenharia Ambiental, de modo a despertar-lhes a motivação e sensibilização para a prática docência e, ainda, fornecer subsídios para capacitá-los como professores conscientes quanto ao processo de aprendizagem. Esta disciplina deverá viabilizar a participação do estudante no Programa de Aperfeiçoamento do Ensino – PAE da USP, permitindo-lhe vivenciar a prática de ensino como suporte para a sua atuação profissional.

Conteúdo:

1. Conceitos, fundamentos e objetivos da educação superior no Brasil. A LDB e o ensino superior. 2. A Ciência e a organização curricular. 3. O processo de ensino-aprendizagem. Estratégias de ensino. Peculiaridades do ensino de Ciências da Engenharia Ambiental. 4. Planos de ensino e programas de aprendizagem. Seleção e organização de conteúdos. 5. Materiais, recursos e estratégias instrucionais. Instrumentos de avaliação do ensino. 6. Uso da tecnologia da informação e de recursos multimídia. 7. Recursos para a comunicação oral. 8. A incorporação da sustentabilidade socioambiental no ensino superior.

Forma de Avaliação:

-Desempenho nos trabalhos e participação em aula. -Apresentação de seminários. -Preparação e apresentação de plano de aula no tema da dissertação/tese do alun

Bibliografia:

ABREU, M. C.; MASETTO, M. T. O professor universitário em aula: prática e princípios teóricos. (8a. ed.) São Paulo: MG Editores Associados, 1990. ANASTASIOU, L. G. C. & PESSATE, L. (ORGS). Processos de Ensinagem na Universidade – pressupostos para as estratégias de trabalho em aula. Joinvile: UNIVILLE, 2003. CASTRO, A.D.; CARVALHO, A.M.P. Ensinar a Ensinar. São Paulo: Thomson, 2001. CINTRA, J.C.A. A Aula Expositiva Reinventada. São Carlos: Editora Compacta, 2012. GIL, A. C. Didática do ensino superior. São Paulo: Atlas, 2006. MORIN, E. A cabeça bem feita - repensar a reforma, reformar o pensamento. São Paulo: Bertrand Brasil, 2004. PIMENTA, S. G. e ANASTASIOU, L. G. Docência no ensino superior. São Paulo: Cortez, 2002. RUSCHEINSKY, A.; GUERRA, A.F.S.; FIGUEIREDO, M.L.; LEME, P.C.S.; RANIERI, V.E.L.; DELITTI, W.B.C. (orgs). Ambientalização nas instituições de educação superior no Brasil: caminhos trilhados, desafios e possibilidades. São Carlos: EESC/USP, 2014. SILVA, R.S. Moodle para autores e tutores (2ª ed.). São Paulo: Novatec, 2011.


Nr. de Créditos: 8

Carga Horária:

Teórica
(por semana)
Prática
(por semana)
Estudos
(por semana)
DuraçãoTotal
30515 semanas120 horas

Objetivos:

Compreender princípios e fundamentos das unidades que compõem sistemas de tratamento de águas e resíduos e efetuar aplicações em processos convencionais e avançados de tratamento.

Justificativa:

A disciplina está sendo proposta preparar alunos de pós-graduação para desenvolver trabalhos de pesquisa na área de tratamento de águas de abastecimento, efluentes, emissões gasosas e resíduos sólidos, fornecendo um aprofundamento nos fundamentos teóricos das operações unitárias e processos envolvidos.

Conteúdo:

Princípios básicos associados ao tratamento de águas e de resíduos: processos químicos e operações físicas. Processos de separação sólido-líquido-gás: adsorção; aeração e stripping de gás; coagulação e floculação; redução e oxidação química; sedimentação e flotação; filtração granular e por membrana; desinfecção, entre outros.

Forma de Avaliação:

Aplicação de avaliações, exercícios e projetos referentes aos diferentes operações e processos estudados.

Bibliografia:

CRITTENDEN, J.C., TRUSSEL, R.R.; HAND, D.W., HOWE, K.J., TCHOBANOGLOUS, G. MWH´s Water Treatment: Principles and Design. 3rd. Edition. Hoboken (NJ): John Wiley & Sons, Inc., 2012. 1920 p. METCALF & EDDY, Inc. Wastewater engineering: treatment and resource recovery. 5th. Edition. New York: McGraw-Hill, Inc., 2013. 2048 p. (McGraw-Hill series in civil and environmental engineering). Periódicos: Water Research, Environmental Science and Technology, Journal of Environmental Management, Journal of Industrial Microbiology and Biotechnology, Biotechnology and Bioengineering, entre outros.


Nr. de Créditos: 12

Carga Horária:

Teórica
(por semana)
Prática
(por semana)
Estudos
(por semana)
DuraçãoTotal
40815 semanas180 horas

Objetivos:

Proporcionar aos profissionais que atuam na área ambiental bases metodológicas e conceituais para aplicação de Sistemas de Informações Geográficas na análise dos aspectos ambientais, buscando a integração de processos e mecanismos de funcionamento de sistemas naturais e artificiais para o diagnóstico, planejamento, avaliação da implantação de atividades e gestão ambiental.

Justificativa:

A espacialização das informações ambientais é essencial para a gestão ambiental e aplicação dos diversos instrumentos de Política Ambiental, tais como: zoneamento ambiental, Avaliação de Impacto Ambiental, áreas especialmente protegidas. Os Sistemas de Informação Geográfica permitem a aquisição, armazenamento, análise e apresentação de dados geográficos e informações espaciais, constituindo um ferramental essencial para a formação de pesquisadores envolvidos com a análise ambiental.

Conteúdo:

1. Sistemas de Informações Geográficas: introdução às técnicas de geoprocessamento, estruturas de dados geográficos. 2. Conceitos Sobre Informações Espaciais: conceitos cartográficos. 3. Representação de Dados de Mapas: vetorial e matricial, raster e vector. 4. Conceito de Banco de Dados Geográficos, organização e consulta. 5. Conversão Digital de Dados: sistemas de aquisição de dados geográficos, aquisição, digitalização e conversão de arquivos. 6. Modelo numérico de terreno. 7. Análises Espaciais: ferramentas analíticas e operações analíticas. 8. Análise Estratégica de Decisão: conceitos sobre decisão, critérios, fatores e restrições. Análise multicriterial. Tomada de decisão utilizando objetivos múltiplos. 9. Integração do geoprocessamento à análise ambiental. 10. Aplicações.

Forma de Avaliação:

Média ponderada entre os trabalhos aplicados, avaliação individual e trabalho final.

Bibliografia:

BURROUGH, P.; MCDONNELL, R. (1998) Principles of Geographical Information Systems, Oxford University Press, London. CHUVIECO, E. (1990). Fundamentos de Teledetección Espacial. Ed. RIALP S. A.. Madri. EASTMAN, J. R. (2001). IDRISI 32 Release 2 – Guide To GIS and Image Processing – Manual Version 32.20, Clark Labs, Clark University, Worcester, EUA, vol. I – 161 p. e vol. II – 144 p. GLASSON, J.; THERIVEL, R.; CHADWICK, A. (2012). Introduction to Environmental Impact Assessment. 4ª edição. Nova Iorque, Routledge. FITZ, P. R. (2008). Geoprocessamento sem complicação. São Paulo, Editora Oficina de Textos, 160p. FLORENZANO, T. G. (2002). Imagens de satélite para estudos ambientais. Oficina de Textos, São Paulo. LONGLEY, Paul A.; GOODCHILD, Michael F.; MAGUIRE, David J.; RHIND, David W. (2011). Geographic Information Systems & Science. New Jersey: Jonh Wiley & Sons, 3a Edição, 539 p. MENDES, C. A. B. e CIRILO, J. A. (2001). Geoprocessamento em Recursos Hídricos: princípios, integração e aplicação. ABRH. MORRIS, P.; THERIVEL, R. (2001). Methods of Environmental Impact Assessment. 2ª edição. Londres, Spon Press. PONZONI, Flávio Jorge e SHIMABUKURO, Yosio Edemir (2007). Sensoriamento Remoto no estudo da vegetação. São José dos Campos: Ed. Parêntese, 127 p. SANTOS, R. F. (2004). Planejamento ambiental: teoria e prática. São Paulo, Oficina de Textos. SILVA, J. X.; ZAIDAN, R. T. (2004). Geoprocessamento e análise ambiental – aplicações. Editora Bertrand Brasil, Rio de Janeiro.


Nr. de Créditos: 2

Carga Horária:

Teórica
(por semana)
Prática
(por semana)
Estudos
(por semana)
DuraçãoTotal
131341 semanas30 horas

Objetivos:

Propiciar conhecimento básico e avançado dos elementos e das ferramentas principais dos Sistemas de Informação Geográfica (SIG), com enfoque em estudos ambientais e na aplicação de analise espacial. Desenvolver atividades práticas em aula utilizando programa de SIG (Arcview).

Justificativa:

Os Sistemas de Informação Geográfica são essenciais para avaliar conjuntamente componentes de diferente natureza, tal como é requerido pelos estúdios ambientais, qualquer que seja o objetivo. A disciplina proposta pretende outorgar conhecimentos sobre instrumentos e técnicas para a modelagem do ambiente de estudo, bem como a avaliação de forma integrada de suas variáveis de interesse, auxiliando no processo de tomada de decisões. Os alunos terão a oportunidade de adquirir o conhecimento por meio do desenvolvimento de atividades em ambiente SIG.

Conteúdo:

Os tópicos a serem abordados serão: Introdução ao SIG e geoprocessamento; Noções de cartografia; Georreferenciamento e conversão de sistemas; Trabalhando com o Geodatabase; Redes Geométricas e Topologia; Edição de dados vetoriais; Análise espacial; Análise de terrenos (MNT) e interpolação de dados; Análise multicritério.

Forma de Avaliação:

A disciplina é avaliada por meio da elaboração de um estudo de caso em sala de aula e participação. A frequência é obrigatória, nos termos da EESC/USP.

Bibliografia:

BURROUGH, P. A.; McDONNEL R. A. Principles of geographical information systems. Oxford ; New York: Oxford University Press, 2004. 333 p. FOTHERINGHAM, Stewart; ROGERSON, Peter (Ed.). Spatial analysis and GIS. CRC Press, 2013. MATOS, Ana Cristina de Oliveira Cancoro et al. Implementação de modelos digitais de terreno para aplicações na área de geodésia e geofísica na América do Sul. 2005. Tese de Doutorado. Universidade de São Paulo. MENDAS, Abdelkader; DELALI, Amina. Integration of MultiCriteria Decision Analysis in GIS to develop land suitability for agriculture: Application to durum wheat cultivation in the region of Mleta in Algeria. Computers and electronics in agriculture, v. 83, p. 117-126, 2012. MIRANDA, J. I. Fundamentos de sistemas de informações geográficas. 2 ed. Brasília: Embrapa, 2010. 433 p. RATA, Mihai; BLIDARU, Tudor Viorel; AGACHI, Paul Serban. GIS data modeling in water management decision support systems. In: Automation, Quality and Testing, Robotics, 2014 IEEE International Conference on. IEEE, 2014. p. 1-6. VALENTE, R.O.A.; VETTORAZZI, C.A. Multicriteria evaluation in the definition of priority areas for forest restoration, aiming at the sustainable water management. In: BILIBIO, C.; HENSEL, O.; SELBACH, J. F. Sustainable water management in the tropics and subtropics - and case studies in Brazil. v.1. Jaguarão/RS: Fundação Universidade Federal do Pampa, UNIKASSEL, PGCult-UFMA, 2011. p.377-408.


Nr. de Créditos: 6

Carga Horária:

Teórica
(por semana)
Prática
(por semana)
Estudos
(por semana)
DuraçãoTotal
33310 semanas90 horas

Objetivos:

Desenvolver os conceitos de Sistemas Inteligentes, Instrumentação de Precisão e suas aplicações no controle e monitoramento de ambientes e suas aplicações com ênfase na produtividade e na gestão. Integrar conhecimentos de eletrônica e controle com novos conhecimentos no campo da climatologia na resolução de um projeto. Sintetizar os conceitos de monitoramento e controle, bem como sua aplicação prática no controle e gerenciamento de ambientes produtivos. Sintetizar os conceitos de automatização de ambientes.

Justificativa:

Os desafios oriundos do mercado atual relacionado ao controle e monitoramento de ambientes têm exigido a incorporação de novas tecnologias de produção, enfocadas no aumento de produtividade e de lucrativa, minimizando os impactos ambientais, ao mesmo tempo em que asseguram a preservação da saúde e do bem-estar das pessoas e animais. Dentro deste cenário, um sistema integrado e otimizado, que permita gerir a produção e controle de ambientes, baseado nos princípios da integração de diversas áreas do saber, como a engenharia de processos, a inteligência artificial, a instrumentacão de precisão e a engenharia de software, com a utilização de técnicas computacionais, alicerçados em conceitos e atuação de controles de monitoramentos em ambientes produtivos, através de parâmetros climatológicos podem representar um campo de interesse cada vez maior para o bem-estar. A automatização de ambientes, juntamente com os sistemas de gestão integrado (ERP) trata o ambiente como um conjunto de processos inter-relacionados, que atuam em sinergia numa rede complexa, com base no controle, na automatização e no monitoramento contínuo de ambientes e de processos físicos, com o foco no bem-estar.

Conteúdo:

- Tecnologias e Sistemas de Informação com ênfase em Gestão de Controle Ambiental; - e-Science; - Desenvolvimento e Integração de Sistemas com ênfase no monitoramento de ambientes; - Inteligência Artificial aplicada a Gestão e Controle de Ambientes; - Redes de sensores sem fio aplicados ao monitoramento e controle de ambientes; - Automatização de Ambientes; - Sensores e Atuadores de Ambientes; - Aplicação da Tecnologia de Informação na Gestão. - A utilização de Vants no controle de Ambientes produtivos.

Forma de Avaliação:

Apresentação de Trabalho com peso de 40% e Produção de um Artigo Científico (em formato de artigo acadêmico) com peso de 60%.

Bibliografia:

ALBERTINI, Alberto Luiz; ALBERTINI, Rosa Maria de Moura. Tecnologia de Informação e desempenho empresarial: as dimensões de seu uso e sua relação como benefícios de negócio. São Paulo: Atlas, 2005. BEAL, Adriano. Gestão Estratégica da Informação: como transformar a informação e a Tecnologia da Informação em fatores de crescimento e de alto desempenho nas Organizações. São Paulo: Atlas, 2004. FROST, A.R., 2001. In: Wathes, C.M., Frost, A.R., Gordon, F., Wood, J.D. (Eds.), An Overview of Integrated Management Systems for Sustainable Livestock Production. Occasional Publication Number 28. British Society of Animal Science, Edinburgh, pp.45–50. FROST, A.R., Schofield, C.P., Beaulah, S.A., Mottram, T.T., Lines, J.A., Wathes, C.M., 1997. A review of livestock monitoring and the need for integrated systems. Comput. Electron. Agric. 17, 139–159. LAMPARELLI, Rubens Augusto Camargo; ROCHA, J. V.; BORGHI, E.. Geoprocessamento e Agricultura de Precisão: princípios e fundamentos. 1. ed. PIRACICABA: EDITORA AGROPECUÁRIA, 2001. v. 1. 118 p. LONGHITANO, George Alfredo. VANTS para sensoriamento remoto: Aplicabilidade na avaliação e monitoramento de impactos ambientais causados por acidentes com cargas perigosas. 2010. 148 f. Dissertação (Mestrado) - Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, São Paulo, 2010. MEDEIROS, Fabricio Ardais. Desenvolvimento de um Veículo Aéreo Não Tripulado para Aplicação em Agricultura de Precisão. 2007. 148 f. Dissertação (Mestrado) - Univresidade Federal de Santa Maria, Santa Maria, 2007. NASCIMENTO JÚNIOR, Cairo L.; YONEYAMA, Takashi. Inteligência Artificial em Controle e Automação. Editora: Edgard Blücher e FAPESP, São Paulo,1ª. Edição. 2000. OLIVEIRA, Fátima Bayma. Tecnologia da informação e da comunicação: desafios e propostas estratégicas para o desenvolvimento dos negócios. São Paulo: Prentice Hall, 2005. WATHES, C.M., Frost, A.R., Gordon, F., Wood, J., 2001. Integrated Management Systems for Livestock. Occasional Publication Number 28. British Society of Animal Science, Edinburgh.


Nr. de Créditos: 4

Carga Horária:

Teórica
(por semana)
Prática
(por semana)
Estudos
(por semana)
DuraçãoTotal
128102 semanas60 horas

Objetivos:

A disciplina tem por objetivo central introduzir os discentes no debate atual em Sociologia dos Desastres, cujo arcabouço conceitual, devidamente assimilado, permite em seguida, instrumentalizar a análise crítica dos desastres relacionados à água no Brasil (os quais, segundo os dados oficiais, correspondem a mais de 95% dos desastres do país). De específico, a disciplina pretende suscitar nos discentes a compreensão sociológica da realidade socioambiental e político-institucional brasileira acerca: a) das alterações que os desastres causam no plano concreto e simbólico do cotidiano dos desalojados e desabrigados – como as perdas materiais e humanas bem como em relação às mudanças nos seus padrões de sociabilidade; b) das práticas político-institucionais que envolvem, em termos multiescalares, a ineficácia/insuficiência das ações preventivas/preparativas/resposta de defesa civil; c) os vieses de classe, étnico-racial, de gênero e geracional da vulnerabilidade e as dificuldades de vocalização dos direitos e enfrentamento dos perigos naturais e socialmente produzidos.

Justificativa:

A problemática socioambiental global hodierna que tem com fulcro as mudanças climáticas não pode prescindir da discussão acerca dos desastres relacionados à água, conforme o que apontam os recentes relatórios do Painel Intergovernamental de Mudanças do Clima – IPCC bem como os debates das recentes Conferências das Partes no tema ambiental. Porém, os avanços político-institucionais não se dão a contento, o que produz efeitos socioambientais agravados. A ciência, como parte constituinte do repertório cultural da sociedade, pode dar seu contributo ao debate, incrementando o conhecimento disponível sobre a estrutura e dinâmica social que obstaculizam a concretização de rumos mais sustentáveis para os diversos contextos. A Sociologia é uma área que apresenta competência intrínseca para produzir análises críticas acerca da referida estrutura e dinâmica social. A Sociologia dos Desastres é uma subárea que dispõem de um arcabouço de conhecimento específico para focalizar, densa e criticamente, inúmeros recortes socioambientais que tendem à situação crítica, como os relacionados às calamidades e às catástrofes, os quais subsidiam as ciências aplicadas a prover soluções preventivas ou preparativas e, no limite, soluções de resposta ou de reconstrução, mitigando perdas e prejuízos havidos. Embora a Sociologia dos Desastres seja uma subárea forte e em franca na comunidade científica internacional, a mesma é ainda incipiente no Brasil. A proponente é uma das pioneiras no debate nacional em Sociologia dos Desastres, o que se deve à sua trajetória de investigação sociológica em gestão de recursos hídricos. O Grupo de Pesquisa que lidera desde 1995, denominado “Sociedade e Recursos Hídricos”, foi o primeiro certificado, na área de Sociologia, no diretório de grupos de pesquisa do CNPq. Os riscos relacionados ao excesso e à escassez de água, com comprometimento severo da sobrevivência humana, compõem um dos principais desafios a ser enfrentados pelas Ciências da Engenharia Ambiental em todo o mundo e, igualmente, no Brasil. Dessa forma, quanto mais se propiciar aos mestrandos e doutorando dessa área o contato com o conteúdo disciplinar da Sociologia dos Desastres, melhor resulta que o produto final de seu conhecimento, em suas respectivas dissertações e teses, tenha em conta uma pertinente e complexa visão da desafiadora realidade socioambiental a que se deva responder.

Conteúdo:

1) O conceito de desastre na Sociologia: o debate contemporâneo. 2) Desastres e implicações na vida social cotidiana. 3) Desastres como desdobramento da injustiça ambiental. 4) Desastres como revelação de racismo ambiental. 5) A dimensão de gênero no contexto de desastre. 6) Desastres e sofrimento social: do assistencialismo à indiferença social. 7) Instituições e políticas voltadas para a redução de desastre: desafios multiescalares

Forma de Avaliação:

A avaliação será composta de duas atividades, cuja média das notas obtidas comporá o conceito final do discente: • apresentação, em grupo, de seminário relaci

Bibliografia:

Alexander, D. (2014) 'Social Media in Disaster Risk Reduction and Crisis Management'. Sci Eng Ethics. 20(3). pp. 717-33. DOI: 10.1007/s11948-013-9502-z. Alexander, D. (2015). Evaluation of civil protection, with a case study from Mexico. Disaster Prevention and Management, 24, 2, 263-283. Bauman, Z. (2011) Vida em Fragmentos: sobre a Ética Pós-Moderna. Zahar Editora, Rio de Janeiro. Boin, A. and P. t'Hart (2007) 'The Crisis Approach'. In H. Rodríguez, E. L. Quarantelli and R. R. Dynes (eds) Handbook of Disaster research. Springer, New York, pp. 42-54. Bullard, R. (2006) Varridos pelo furacão Katrina: reconstruindo uma ‘nova’ Nova Orleans usando o quadro teórica da justiça ambiental. H. Selene; T. Pacheco (orgs). Racismo ambiental. Rio de Janeiro: Proj. Brasil Sustentável e Democrático: FASE, 126-147. Cottle, S. (2014) 'Rethinking Media and Disasters in a Global Age: What´s Changed and Why it Matters'. Media War & Conflict. 7(1). pp. 3-22. DOI: 10.1177/1750635213513229 Drake, P. (2016) 'Multiple visions of Indonesia’s mud volcano: understanding representations of disaster across discursive settings'. Disasters. 40(2). pp. 346−364. DOI: 10.1111/disa.12145 Kim, H. Learning from UK disaster exercises: policy implications for effective emergency preparedness. Disasters, 38, 846-857. Mallett, R. and R. Slater (2016) 'Livelihoods, conflict and aid programming: is the evidence base good enough?'. Disasters. 40(2). pp. 226−245. DOI: 10.1111/disa.12142 Perry, R. (2007). What is a disaster? In: H. Rodriguez, E. Quarantelli, R. Dynes. Handbook of disaster research. New York: Springer, 1-16 Quarantelli, E. (2005). 'A Social Science Research Agenda for Disasters of the 21st Century: Theoretical, Methodological and Empirical Issues and their Professional Implementations'. In R.W.Perry and E.L. Quarantelli (eds) What is a disaster? New answers to old questions. USA: International Research Committee on Disasters, 325-396. Scanlon, J. and Alldred, S. (1982). 'Media Coverage of Disasters: The Same Old Story'. In B. J. a. M. Tomazevic (eds) Social and Economic Aspects of Earthquakes. Ithaca: Institute for Testing and Research in Materials and Structures Cornell University and Ljubljana, pp. 363-375. Available at: http://www.eird.org/bibliovirtual/capra/pdf/eng/doc13422/doc13422-contenido.pdf (Accessed 03/01/2016). Scanlon, J. (1996). 'Not on the Record: Disasters, Records and Disaster Research' International Journal of Mass Emergencies and Disasters. 14(3), 265-280. Scanlon, J. (2007) 'Unwelcome Irritant or Useful Ally? The Mass Media in Emergencies'. In H. Rodríguez, E. L. Quarantelli and R. R. Dynes (eds) Handbook of Disaster research. Springer, New York. 431-429. Scanlon, J. (2011) 'Research about the Mass Media and Disaster: Never (Well Hardly Ever) The Twain Shall Meet' In J. R. Detrani (ed) Journalism Theory and Practice. Apple Academic Press, Binghamton. pp. 233-269. Sartori, J. (2013). Memória e prática social de idosos em torno do tema dos raios: o caso de São Caetano do Sul/SP. (N. Valencio org) IN: Sociologia dos Desastres: construção e perspectivas, 62-82. Siena, M., Valencio, N. (2006). Moradias afetadas pelas chuvas: dimensões objetivas e subjetivas dos danos pelo recorte de gênero. In: III ENCONTRO DA ANPPAS, 2006, Brasília. Anais... Brasília: ANPPAS, 1-14. Disponível em: . Acesso em: 10 abr. 2008. Siena, M. (2014). A atenção social nos desastres: quando o deslocamento compulsório acontece. In: N. Valencio e M. Siena (orgs). Sociologia dos desastres: construção, interfaces e perspectivas. Volume IV. São Carlos: RiMa Editora, 151-170. Tierney, K., Bevc, C. and Kuligowsky, E. (2006). Metaphors Matter: Disaster Myths, Media Frames, and Their Consequences in Hurricane Katrina. ANNALS, AAPSS, 604, March 604(1), pp.57–81. DOI: 10.1177/0002716205285589 Tuan, Y.F (2005) Medos: passados e presentes (cap 16). Paisagens do medo. São Paulo: Ed. UNESP,333-345. Valencio, N., Scopinho, R.; Lourenço, L. (2014). Por entre brasas e fumaças: encontros e desencontros entre práticas sociais e racionalidades operantes de sujeitos envolvidos em contextos de incêndios florestais. Cadernos de Geografia (Coimbra), 33, 103-116. Valencio, N. (2014) Desastres: tecnicismo e sofrimento social. Ciência & Saúde Coletiva (Impresso), v. 19, 3631-3644. Valencio, N. (2015) Desastres normais: das raízes aos rumos de uma dinámica tecnopolítica perversa. In: A.Siqueira, N. Valencio, M. Siena, M. Malagoli (orgs). Riscos de Desastres relacionados à agua: aplicabilidade de bases conceituais das ciencias humanas e sociais para a análise de casos concretos. 3- 79-120. Venturato-Landmann, R.; Valencio, N. (2014). Visão e ação comunitária cabocla ribeirinha num desastre relacionado às cheias extremas na Amazônia brasileira: a memória social de mulheres do alto Juruá, Acre. Cadernos de Trabalho da Rede Waterlat-Gobacit, Série Água e Desastres (SATAD), 193-201. Younes-Ibrahim. S. (2013). Diário de bordo: lideranças comunitárias em tempos de desastre. In: N. Valencio (org.). Sociologia dos desastres: construção, interfaces e perspectivas no Brasil. Volume III. São Carlos: RiMa Editora, 291-306.


Nr. de Créditos: 12

Carga Horária:

Teórica
(por semana)
Prática
(por semana)
Estudos
(por semana)
DuraçãoTotal
35415 semanas180 horas

Objetivos:

Introduzir de forma quantitativa os principais processos físicos, químicos e biológicos envolvidos no transporte, retenção e transformação dos solutos, principalmente de natureza orgânica, desde sua interação inicial com a região não-saturada do solo até o seu destino final. Modelos de simulação determinísticos e estocásticos serão apresentados, com manipulação de alguns deles. Metodologias para monitoramento e avaliação de solutos orgânicos em laboratório e campo, assim como possível remediação de águas e solos contaminados por tais solutos, serão discutidos.

Justificativa:

É crescente a invasão dos recursos do solo e da água por solutos, principalmente de natureza orgânica. Em particular, destacamos aqueles de origem agrícola provenientes da aplicação de corretivos do solo, fertilizantes e pesticidas ou de dejetos animais. Suas principais transformações e processos acontecem preliminarmente na região não-saturada do solo. Escorrimento superficial, lixiviação, degradação química, biológica, fotodegradação, volatilização, adsorção e dissolução são alguns dos principais processos que podem ocorrer em uma situação real de movimento de solutos. O mérito científico-tecnológico do profissional da área de Engenharia Ambiental que trabalha com tais problemas está em prever o possível impacto que o uso de produtos químicos em uma dada atividade poderá ocasionar, não somente a curto mas a médio e longo prazo nos recursos das águas e dos solos. Desta forma, deve saber dominar e manipular analítica e numericamente os principais conceitos físicos, químicos e biológicos necessários para o equacionamento, modelamento, medida e simulação que permita prever o destino de solutos na região não-saturada do solo.

Conteúdo:

1) Introdução; 2) Processos físicos envolvidos no transporte de solutos no solo; 2.1) Lei de conservação de massa; 2.2) Relações entre as fases das substâncias químicas; 2.3) Relações de transformação de massa entre fases; 2.3.1) Trocas entre as fases gasosa e líquida; 2.3.2) Trocas entre as fases líquida (dissolvida) e adsorvida; 2.3.3) Trocas entre as fases líquida não-aquosa (NAPL) e dissolvida; 3) Leis de fluxo para transporte de solutos orgânicos no solo; 3.1) Fluxo preferencial como um caso especial; 3.2) Fluxo na fase gasosa: volatilização; 4) Principais processos físico-químicos e biológicos envolvidos no transporte e degradação de solutos orgânicos no solo; 4.1) Degradação química, biológica e fotodegradação de solutos orgânicos no solo; 5) Modelos de simulação: enfoque determinístico versus estocástico; 5.1) Escala local versus escala regional (global); 5.2) Estágio atual dos modelos de simulação para solos tropicais; 6) Principais metodologias para medida e balanço de solutos orgânicos na região não-saturada do solo em condições de laboratório e campo; 6.1) Principais metodologias convencionais; 6.2) Metodologias não-convencionais disponíveis; 6.3) Instrumentação associada; 7) Prevenção e recuperação quanto à contaminação de águas e solos por solutos orgânicos: possibilidades e limitações atuais.

Forma de Avaliação:

1. provas escritas referentes ao conteúdo do programa apresentado (peso 6) e; 2. Apresentação de seminário (peso 4).

Bibliografia:

- Hillel, D. 1998. Environmental Soil Physics. Academic Press, 771 pages - Miller, et al. 2001. Soils in our environment. 9th Ed., Pr-Hall, New Jersey, 642 p. - Scott, H. D. 2000. Soil Physics: agricultural and environmental applications. Iowa State Univ. Press, 421 p. - Libardi, P.L. 1995. Dinâmica da água no solo. Dep.Fis.Meteor.-ESALQ-USP, Piracicaba-SP. 497 p: il. - Reichardt, K. 1996. Dinâmica da matéria e da energia em ecossistemas. Dep.Fís.Meteor-ESALQ-USP, Piracicaba, 505 p. - Cardoso, E.J.B.N.; et al. 1992. Microbiologia do Solo. Campinas, Soc.Bras.Ciência do Solo. 360 p. - Rabenhorst, M.C.; et al. 1998. Quantifying soil hydromorphology. SSSA, Inc. Special Publ. number 54, 258 p. - Robertson, G. P.; D. C. Coleman; C. S. Bledsoe, and Sollins, P. 1999. Standard soil methods for long-term ecological research. Oxford Univ. Press. 462 p. - Corwin, D.L.; K. Loague, and T. R. Ellsworth. 1999. Assessment of non-point source pollution in the vadose zone. Geophysical monograph series; 108. 369 p. - Environmental indicators of water quality in the United States. 1996. Environmental Protection Agency, Office of Water, EPA 841-R-96-002. - Galvão, C. O. e M. J. S. Valença. 1999. Sistemas inteligentes: aplicações a recursos hídricos e sistemas ambientais. Porto Alegre: Ed. Universidade-UFRGS-ABRH, 246 p. - Kutílek, M. and D. R. Nielsen. 1994. Soil Hydrology. Catena Verlag, Cremlingen-Destedt, Germany. Geoecology textbook. 370 p. - Peterson, D. L. and V. T. Parker. 1998. Ecological scale: theory and applications. Series on complexity in ecological systems. Columbia Univ. Press, NY. 615 p. - El-Swaify, S. A. and D. S. Yakowitz. 1998. Multiple objective decision making for land, water, and environmental management. CRC Press LLC. 743 p. - Pessoa, M. C. P. Y.; Luchiari Jr, A; Fernandes, E. N. e de Lima, M. A. 1997. Principais modelos e simuladores utilizados para análise de impactos ambientais das atividades agrícolas. Jaguariúna: Embrapa-CNPMA, 83 p. - Crestana, S, et al. 1996. Instrumentação agropecuária: contribuições no limiar do novo século. Embrapa-CNPDIA. Brasília: Embrapa-SPI, 291p. il. - Hern, S. C. and S. M. Melancon. 1987. Vadose zone modeling of organic pollutants. Lewis Publishers, Inc. 295 p. - Javandel, I.; C. Doughty and C. F. Tsang. 1987. Groundwater transport: handbook of mathematical models. American Geophysical Union. Water resources monograph series ; 10. 228 p. - Lal, R.; J. M. Kimble and, B. A. Stewart. 2000. Global climate change and tropical ecosystems. Advances in Soil Science. CRC Press LLC. 437 pages. Sawhney, B.L. & Brown, K. (Eds.) Reactions and movement of organic chemicals in soil . Soil Science Society of America, Inc. Madison, USA, 1989, 474 pages.


Nr. de Créditos: 4

Carga Horária:

Teórica
(por semana)
Prática
(por semana)
Estudos
(por semana)
DuraçãoTotal
22015 semanas60 horas

Objetivos:

Apresentar as principais técnicas de controle da poluição do ar e critérios para especificação e cálculo básico de equipamentos.

Justificativa:

A apresentação desta disciplina foi motivada pelo caráter multidisciplinar do PPG-SEA, pois os problemas ambientais, sociais e de saúde decorrentes da poluição atmosférica são uma constante preocupação na busca de uma nova relação com o meio ambiente.

Conteúdo:

Fontes de emissão, poluentes atmosféricos, padrões de qualidade do ar, legislação básica, fatores de emissão, controle da poluição do ar. Amostragem. Medidores de Vazão. Eficiência de Coleta. Fundamentos do Controle de Material Particulado. Câmaras gravitacionais. Ciclones. Precipitadores eletrostáticos. Filtros de manga. Lavadores. Absorvedores. Adsorvedores. Condensadores. Incineradores.

Forma de Avaliação:

Ao longo do período da disciplina serão realizadas Atividades Semanais (AS). A aprovação na disciplina se dará com Média Final (MF) igual ou superior a 5,0 (cin

Bibliografia:

• CRAWFORD, M. Air Pollution Control Theory. McGraw-Hill, 1976. • GODISH, T. Air Quality. 2nd ed. Lewis Publishers, 1991. • GODISH, T. Indoor Air Pollution Control. Lewis Publishers, 1989. • GRIFFIN, R. D. Principles of Air Quality Management. CRC Press, 1994. • LORA, E. E. S. Prevenção e Controle da Poluição nos Setores Energético, Industrial e de Transporte. 2. ed. Rio de Janeiro, Ed. Interciência Ltda, 2002. • MOFFAT, D.W. Handbook of Indoor Air Quality Management. Prentice Hall, 1996. • MYCOCK, J. C.; MCKENNA, J. D.; THEODORE, L. Handbook of Air Pollution Control Engineering and Technology. CRC Press, 1995. • OSBORN, P. D. The Engineer’s Clean Air Handbook. Butterworth & Co., 1989. • SCHNELLE JR., K. B.; BROWN, C. A. Air Pollution Control Technology Handbook, CRC Pres, 2002. • SEINFELD, J. H. Air Pollution: Physical and Chemical Fundamentals. McGraw-Hill, 1975. • SEINFELD, J. H.; PANDIS, S. N. Atmospheric Chemistry and Physics. New York, Wiley-Interscience. 1998. • STERN, A. C.; BOUDEL, R. W.; TURNER, D. B.; FOX, D. L. Fundamentals of Air Pollution. Academic Press, 2nd. Edition, 1984. • WARK, K.; WARNER, C. F.; DAVIS, W. T. Air Pollution: Its Origin and Control. 3rd ed., Addison Wesley Longman, Inc., 1998. • WARNER, P. O. Analysis of Air Pollutants. John Wiley & Sons, Inc., 1976.


Nr. de Créditos: 8

Carga Horária:

Teórica
(por semana)
Prática
(por semana)
Estudos
(por semana)
DuraçãoTotal
1010104 semanas120 horas

Objetivos:

Apresentar os principais conceitos físicos do sistema climático global e da hidrologia global; compreender os conceitos básicos da dinâmica dos fluídos aos sistemas atmosféricos; compreender os conceitos de escala de movimentos; apresentar os principais fatores e fenômenos moduladores do clima global.

Justificativa:

O entendimento da dinâmica do clima global por meio de conceitos físicos da atmosfera é fundamental para o desenvolvimento de pesquisas que envolvem a variabilidade climática, com foco na climatologia da América do Sul. Esses conceitos formam a base para uma discussão sobre possíveis interferências que o homem podem ter sobre o clima global e regional e consequentes impactos ambientais.

Conteúdo:

Introdução à Climatologia; Conceito de Variabilidade e Mudança Climática; Variáveis climáticas, redes e instrumentos de observação. CONTROLADORES DO CLIMA : Radiação solar e terrestre: a) Parâmetros orbitais b) Espectro Eletromagnético c) Leis da radiação d) Composição química da atmosfera e) Efeito-estufa f) Albedo planetário g) Distribuição global da radiação solar incidente; Balanço de radiação: a) Superfície b) Atmosfera c) Radiação de onda longa emergente: distribuição global; Balanço de energia à superfície: a) Calor sensível: distribuição global, espacial e temporal b) Calor latente: distribuição global espacial e temporal c) Balanço em superfícies diversas: oceano, floresta, cultivos. Índices climáticos: a) Razão de Bowen b) Razão de aridez de Budyko; VARIÁVEIS CLIMÁTICAS: Pressão atmosférica: definição, unidades, variações diária, anual e espacial. Temperatura do ar: definição, unidades, variações diária, anual e espacial. Umidade relativa: definição, unidades, variações diária, anual e espacial. Temperatura virtual. Ventos em superfície e em altitude. Conceitos de feedback positivo e negativo. CIRCULAÇÕES ATMOSFÉRICAS: Movimentos ascendentes e descendentes, divergência e convergência. Estabilidade atmosférica e inversão psicrotérmica. Circulação planetária: Hadley e Walker; ventos Alísios. Zona de Convergência Intertropical. Sistemas frontais; Zona de Convergência da América do Sul (ZCAS). Circulações de meso e micro escalas: brisas, vale-montanha. Cartas mensais: Boletim de Diagnóstico do Clima (CPC/NCEP). CICLO HIDROLÓGICO: Precipitação pluvial. Escorrimento superficial (runoff) e razão de runoff. Evapotranspiração: potencial e real. Alguns métodos de estimativa de evapotranspiração. Balanço de água na superfície e na atmosfera. Balanço de água como índice climático. Conservação dos recursos hídricos superficiais e subterrâneos. CIRCULAÇÕES OCEÂNICAS: Estrutura vertical do oceano. Correntes superficiais, subsuperficiais e profundas. Interação oceano-atmosfera: Zona de Convergência do Pacífico Sul. Interação oceano-atmosfera: tempestades tropicais. Ondas de Kelvin e Rossby. VARIABILIDADE INTRASAZONAL E INTERANUAL: Oscilação Madden – Julian 30 a 60 dias. El Niño – Oscilações Sul (ENO). Oscilações decadal do Pacífico. Aerossóis vulcânicos. PROBLEMAS ATUAIS: Causas naturais de mudanças climáticas. Aquecimento global. Desmatamento e seus efeitos nos climas global e local. Mecanismos produtores de chuva no Nordeste do Brasil. Variabilidade da camada de ozônio e o buraco de ozônio. Obs: Dentro de Problemas Atuais, é sugerido que a turma aborde quais os principais temas de pesquisas atuais e futuras, e com potencial de inovação em pesquisa dentro de Climatologia e Hidrologia com significativo impacto na sociedade.

Forma de Avaliação:

Apresentação de seminários, preferencialmente, relacionados com atividades de pesquisa e/ou de artigos pessoais publicados em revistas indexadas de circulação,

Bibliografia:

•HARTMANN, D. L. Global physical climatology. New York: Academic Press, 1994. •HASTENRATH, S. Climate and circulation in the tropics. Dordrecht: D. Riedel, 1985. •HOLTON, J. R. An introduction to dynamic meteorology. 3. Ed. New York: Academic Press, 1992. •LAMB, H. H. Climate present, past and future. vol. 1. London: Methuen & Co. Ltd., 1972. •SELLES, W. D. Physical climatology. Chicago: Univ. Chicago Press, 1969. •RIEHL, H. Climate and weather in the tropics. New York: Academic Press, 1979.


Nr. de Créditos: 12

Carga Horária:

Teórica
(por semana)
Prática
(por semana)
Estudos
(por semana)
DuraçãoTotal
44712 semanas180 horas

Objetivos:

O objetivo da disciplina é introduzir o pós-graduando nos conceitos básicos do método científico, com discussões sobre o trabalho científico desde a concepção e estabelecimento de hipóteses até a comunicação escrita e oral.

Justificativa:

Trata-se de disciplina obrigatória para todos os alunos do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Ambiental para auxiliá-los na confecção e detalhamento do plano de pesquisa e como preparativo para o Exame de Qualificação.

Conteúdo:

1. O método científico, 2. Pesquisa bibliográfica, 3. Análise e interpretação de trabalhos científicos, 4. Estrutura do projeto de pesquisa, 5. Comunicação científica: Dissertações, Teses e Artigos, 6. Comunicação oral: apresentação de trabalhos científicos.

Forma de Avaliação:

Bibliografia:

Andrade, M.M. (2014) Introdução à Metodologia do Trabalho Científico. 10ª edição. Editora Atlas. Fourez, G. (1995) A Construção das Ciências: Introdução à Filosofia e à Ética das Ciências. Editora UNESP. Lacatos, E.M. & Marconi M.A. (2007) Metodologia do Trabalho Científico. 7ª edição. Editora Atlas. Popper, K. (2013) A Lógica da Pesquisa Científica, 2ª edição. Editora Cultrix. Prodanov, C.C & de Freitas, E.C. (2013) Metodologia do Trabalho Científico: Métodos e Técnicas da Pesquisa e do Trabalho Acadêmico. 2ª edição, Universidade Feevale, RS. Severino, A.J. (2007) Metodologia do Trabalho Científico. 23ª edição. Editora Cortez.


Nr. de Créditos: 10

Carga Horária:

Teórica
(por semana)
Prática
(por semana)
Estudos
(por semana)
DuraçãoTotal
1010105 semanas150 horas

Objetivos:

Transmitir ao aluno de diferentes áreas de formação (principalmente dentro das grandes áreas humanas e biológicas) conhecimentos teóricos e práticos relacionados a Ecotoxicologia, nos seus principais campos de aplicação; conceitos relativos a vias de exposição, medidas de toxicidade, toxicocinética e toxicodinâmica; ecotoxicologia aquática: metodologias dos diferentes ensaios de ecotoxicidade (in situ e laboratório); análise e interpretação dos resultados dos ensaios de ecotoxicidade; ecotoxicologia como ferramenta de gestão ambiental.

Justificativa:

As pesquisas relacionadas ao meio ambiente necessitam de equipes e conhecimentos multidisciplinares para a sua eficiência. O conhecimento básico sobre conceitos e métodos relacionados com a ação e o controle das substâncias tóxicas, cada vez mais presentes nos ecossistemas aquáticos, é um requisito fundamental para ações de recuperação, manejo e gestão de ambientes contaminados.

Conteúdo:

1. Histórico da Ecotoxicologia: relação da Toxicologia e Ecotoxicologia; importância, limitações e aplicações; a Ecotoxicologia no Brasil. 2. Princípios da toxicologia: agente tóxico; características da exposição; interação entre químicos; medidas de toxicidade; quantificação e avaliação de efeitos ecotoxicológicos no ambiente. 3. Ecotoxicologia aquática. 3.1. Métodos de ensaios de ecotoxicidade: substâncias químicas; efluentes; amostras ambientais (água e sedimento). 3.2. Ensaios laboratoriais e in situ: de indivíduo a ecossistema. 3.3. Organismos-teste: requisitos; manutenção e cultivo em laboratório; controle de qualidade através do uso de substâncias de referência. 3.4. Toxicidade de misturas: conceitos, importância e aplicação. 3.5. Análises estatísticas para avaliação dos resultados. 3.6. Aula prática: teste de sensibilidade com substância de referência, amostras ambientais e contaminantes (metais e agrotóxicos). 4. Ecotoxicologia como ferramenta de monitoramento ambiental 4.1. Avaliação da qualidade da água: padrões de qualidade e classes de enquadramento 4.2. Avaliação da qualidade do sedimento: biodisponibilidade dos contaminantes 4.3. Interação sistema terrestre-aquático: avaliação do potencial de impacto 5. Identificação da Toxicidade: TIE – conceitos, princípios gerais e aplicações 6. Ensaios ecotoxicológicos in situ: os experimentos em micro e mesocosmos 7. Poluentes emergentes (nanomateriais; microplásticos, interferentes endócrinos) 8. Genotoxicidade Ambiental 9. Biomarcadores Bioquímicos

Forma de Avaliação:

A avaliação da disciplina será feita com base na apresentação de seminário e de um artigo científico, ambos em grupo.

Bibliografia:

BIBLIOGRAFIA BÁSICA Ecotoxicologia aquática: Normas Técnicas ABNT, CETESB e OECD AZEVEDO, F.A. & CHASIN, A. M. (2003). As bases toxicológicas da ecotoxicologia. São Carlos: Rima e São Paulo: Intertox. 340p. BURTON, G.A. & MacPHERSON, C., (1994). Sediment toxicity issues and methods. In Handbook of ecotoxicology. Boca Raton, FL. Lewis Publishers CASARETT, LJ. & DOULL’S, J. (1991). Toxicology: The basic science of poisons. 4ª ed. New york, Pergamon Press. JONKER, M.J., PISKIEWICZ, A.M., CASTELLÀ, N.I., KAMMENGA, J.E. (2004). Toxicity of binary mixtures of cadmium-copper and carbendazim-copper to the nematode Caenorhabditis elegans. Environ. Toxicol. Chem. 23, 1529–1537. JONKER, M.J., SVENDSEN, C., BEDAUX, J.J.M., BONGERS, M., KAMMENGA, J.E. (2005). Significance testing of synergistic/antagonistic, dose-level dependent, or dose ratio dependent effects in mixture dose response analysis. Environ. Toxicol. Chem. 24, 2701-2713. HAMILTON, M. et al. (1977). Trimmed Spearman–karber method for estimating median lethal concentrations in toxicity bioassays. Environmental Science Technology. v.11(7) p.714 – 719. HOFFMAN, D, J; RATTNER, B.A; ALLEN BURTON, G. JR; CAIRNS, J.JR. (1995) Handbook of Ecotoxicology. Lewis Publishers. 755p. LOUREIRO, S., SVENDSEN, C., FERREIRA, A.L.G., PINHEIRO, C., RIBEIRO, F., SOARES, A.M.V.M. (2010). Toxicity of three binary mixtures to Daphnia magna: comparing chemical modes of action and deviations from conceptual models. Environ. Toxicol. Chem. 29 (8), 1716-1726. MANSANO, A.S., MOREIRA, R.A., DORNFELD, H.C., FREITAS, E.C., VIEIRA, E. M., SARMENTO, H., ROCHA, O., SELEGHIM, M.H.R. (2017). Effects of diuron and carbofuran and their mixtures on the microalgae Raphidocelis subcapitata. Ecotoxicol. Environ. Saf. 142, 312-321. MOREIRA, R.A., DAAM, M.A., VIEIRA, B.H., SANCHES, A. L. M., REGHINI, M. V., MANSANO, A. S., FREITAS, E.C., ESPINDOLA, E.L.G., ROCHA, O., (2017). 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Paginação irregular VAN GESTEL, C.A.M., JONKER, M., KAMMENGA, J.E., LASKOWSKI, R., SVENDSEN, C. (2011). Mixture Toxicity: Linking Approaches from Ecological and Human Toxicology (Society of Environmental Toxicology and Chemistry, Setac). 1st Edition. CRC Press Taylor & Francis Group ZAGATTO, P. A & BERTOLETTI, E (Eds).(2006). Ecotoxicologia Aquática, Princípios e Aplicações. Ed. Rima. 464p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: VASCONCELOS, ANA M. ; DAAM, MICHIEL A. ; DE RESENDE, JULIANA C. ; CASALI-PEREIRA, MARESSA P. ; ESPÍNDOLA, EVALDO L. G. . Survival and development of bullfrog tadpoles in microcosms treated with abamectin. ECOTOXICOLOGY , v. 1, p. 1-9, 2017. MOREIRA, RAQUEL APARECIDA ; DAAM, MICHIEL A. ; Vieira, Bruna Horvath ; SANCHES, ANA LETÍCIA MADEIRA ; REGHINI, MARINA VANDERLEI ; DA SILVA MANSANO, ADRISLAINE ; DE FREITAS, EMANUELA CRISTINA ; ESPINDOLA, EVALDO LUIZ GAETA ; ROCHA, ODETE . Toxicity of abamectin and difenoconazole mixtures to a Neotropical cladoceran after simulated run-off and spray drift exposure. Aquatic Toxicology , v. 185, p. 58-66, 2017. NIVA, CINTIA CARLA ; NIEMEYER, JULIA CARINA ; JÚNIOR, FLÁVIO MANOEL RODRIGUES DA SILVA ; Nunes, Maria Edna Tenório ; DE SOUSA, DANILO LOURENÇO ; ARAGÃO, CLARA WANDENKOLCK SILVA ; SAUTTER, KLAUS DIETER ; ESPINDOLA, EVALDO GAETA ; SOUSA, JOSÉ PAULO ; RÖMBKE, JÖRG . Soil ecotoxicology in Brazil is taking its course. Environmental Science and Pollution Research International , v. 1, p. 1-16, 2016. LOBO, HAROLDO ; MÉNDEZ-FERNÁNDEZ, LEIRE ; MARTÍNEZ-MADRID, MAITE ; DAAM, MICHIEL A. ; ESPÍNDOLA, EVALDO L. G. . Acute toxicity of zinc and arsenic to the warmwater aquatic oligochaete Branchiura sowerbyi as compared to its coldwater counterpart Tubifex tubifex (Annelida, Clitellata). Journal of Soils and Sediments , v. 1, p. 1-10, 2016. NUNES, MARIA EDNA TENÓRIO ; DAAM, MICHIEL ADRIAAN ; ESPÍNDOLA, EVALDO LUIZ GAETA . 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Field and laboratory studies to assess the effects of Vertimec 18EC on Daphnia similis. Ecotoxicology and Environmental Safety , v. 75, p. 87-93, 2011.


Nr. de Créditos: 6

Carga Horária:

Teórica
(por semana)
Prática
(por semana)
Estudos
(por semana)
DuraçãoTotal
21315 semanas90 horas

Objetivos:

Tem como objetivo propiciar ao aluno conhecer a base teórica e instrumentos da gestão ambiental no nível local, bem como discutir a sua implementação focando na sustentabilidade. Conhecer e discutir ferramentas de gestão ambiental, desenho de cenários e as interfaces com processos de participação na tomada de decisão. Conhecer e discutir ferramentas de gestão ambiental aplicadas ao contexto do setor empresarial. Conhecer e discutir ferramentas de gestão ambiental aplicadas ao contexto de instituições de ensino.

Justificativa:

Nas últimas décadas esforços de diversos setores vêm sendo colocados na inclusão do componente ambiental na gestão local, por serem os governos locais a unidade fundamental da implementação da política ambiental, visando o desenvolvimento sustentável. Para a implementação destas políticas e efetivação de sistemas de gestão ambiental no Brasil, alinhados aos princípios e diretrizes da Política Nacional de Meio Ambiente (1981), Constituição Federal (1988), Política Nacional de Desenvolvimento Urbano (Estatuto da Cidade – 2001), Política de Saneamento (2005), dentro outras, é essencial a existência de sistema de gestão para orientação de processos de tomada de decisões, nos planos horizontal e vertical das administrações governamentais. Tais sistemas devem ser entendidos como conjunto de ferramentas estratégicas, de diagnóstico e prognóstico, comunicação e apoio à tomada de decisão voltada ao fortalecimento de bases para o desenvolvimento sustentável. Desta forma, a capacitação de profissionais para o entendimento desta questão, a aplicação de métodos e ferramentas de apoio aos sistemas de gestão, trará contribuição na construção, implementação, avaliação e consolidação de políticas nacionais e internacionais, de âmbito local e regional, no sentido de melhor entendimento e integração das relações meio ambiente, sociedade e economia nos processos de tomada de decisão.

Conteúdo:

Aspectos políticos, econômicos, sociais, culturais e ambientais ligados ao uso e proteção dos recursos naturais. Bases conceituais para a formulação de políticas públicas ambientais voltadas para o desenvolvimento sustentável. A institucionalização da sustentabilidade no processo de decisão para formulação e implementação de políticas públicas: meio ambiente, saneamento, recursos hídricos, matriz energética, mudanças climáticas, saúde, educação, transporte e habitação. Do Global ao Local. A Agenda 21 Global e Local como processo e política de desenvolvimento sustentável. Educação Ambiental e Cidadania. Instrumentos e mecanismos para a sustentabilidade. Conselhos de Meio Ambiente na formulação de políticas públicas e gestão ambiental local. Sistema Nacional de Meio Ambiente e a estruturação do Estado em termos institucionais, legais, técnicos e operacionais. Setor de produção e a sustentabilidade: modelos de gestão e critérios de qualidade. Gestão ambiental e sustentabilidade no ambiente escolar e entorno.

Forma de Avaliação:

- Apresentação de Seminários pelos alunos; - Elaboração de trabalho de conclusão da disciplina.

Bibliografia:

• ACSELRAD, H. Ambientalização das lutas sociais - o caso do movimento por justiça ambiental. Estudos Avançados, v.24. n.68, 2010. • ARNSTEIN, S. R. A ladder of citizen paticipation. JAIP, v.35, n. 4, 1969, p. 216-224. • ASSIS, M.P.; MALHEIROS, T.F.; FERNANDES, V.; PHILIPPI JR, A. Avaliação de políticas ambientais: desafios e perspectivas. Saúde e Sociedade (USP. Impresso), p. 7-20, 2012. • AVILA, R. D.; MALHEIROS, T.F. O sistema municipal de meio ambiente no Brasil: avanços e desafios. Saúde e Sociedade (USP. Impresso), v. 21, p. 33-47, 2012. • BARBIERI, J. C. Gestão Ambiental Empresarial: conceitos modelos e instrumentos. São Paulo: Saraiva, 2004. • BORN R. H. Produto II- Sistematização de 100 experiências exitosas de Agendas 21 Locais no Brasil. São Paulo: Vitae Civilis, 2011 [Projeto contratado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - PNUD e Ministério do Meio Ambiente - MMA, no âmbito da Secretaria de Articulação Institucional e Cidadania Ambiental] • CASTELLS, M. A questão urbana. (Tradução de Arlene Caetano). Rio de Janeiro: Paz e Terra; 1983. • DUARTE, C. G.; MALHEIROS, T.F. Habitação e gestão ambiental em áreas de mananciais: o caso do município de Santo André (SP). Saúde e Sociedade (USP. Impresso), v. 21, p. 82, 2012. • GUIMARAES, E.F.; MALHEIROS, T.F. Gestão para a Universalização dos Serviços de Saneamento em Áreas de Vulnerabilidade Social. In: PHILIPPI JR., A.; SAMPAIO, C.A.C.; FERNANDES, V. (Org.). Gestão empresarial e sustentabilidade. Barueri: Manole, 2017, p. 202-232. • KRAUSE R.M.; FEIOCK R.C.; HAWKINS C.V.. Pressure, Capacity and Institutions: Explaining the Administrative Organization of Sustainability within Local Governance. Public Management Research Conference Madison, Wisconsin June, 2013. Disponível em . Acesso em 1.3.2014. • MARGULIS, S. A regulamentação ambiental: instrumentos e implementação. Brasília: IPEA, [texto para discussão n. 437]; 1996. • PCS – Programa Cidade Sustentáveis. Plataforma de acesso ao Programa Cidades Sustentáveis. Disponível em . Acesso em 1/mar/2014. • PHILIPPI JR, A.; MALHEIROS, T.F.; SALLES, C.; SILVEIRA, V. Gestão ambiental municipal. Subsídios para estruturação de Sistema Municipal de Meio Ambiente. CRA, Salvador 2004. • PHILIPPI JR, A.; MARKOVITCH, J. Mecanismos institucionais para o desenvolvimento sustentável. In: PHILIPPI JR et al. Municípios e meio ambiente: perspectivas para a municipalização da gestão ambiental no Brasil. São Paulo: ANAMMA, 1999. p. 47 - 55 • PHILIPPI JR., A.; ROMERO, M. A.; BRUNA, G. C. (Org.). Curso de Gestão Ambiental. 2ª ed. Barueri: Manole, 2014 • Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente. Metodologia para a elaboração de Relatórios GEO Cidades: Manual de Aplicação. Versão 3. Panamá: PNUMA, 2008.


Nr. de Créditos: 6

Carga Horária:

Teórica
(por semana)
Prática
(por semana)
Estudos
(por semana)
DuraçãoTotal
151053 semanas90 horas

Objetivos:

Tem como objetivos apresentar a avaliação de sustentabilidade; conhecer e discutir base teórica, marcos conceituais e históricos referentes a indicadores voltados a processos de promoção de desenvolvimento sustentável; praticar a elaboração de indicadores avaliação de desenvolvimento sustentável.

Justificativa:

Nas últimas décadas esforços nacionais e internacionais vêm sendo colocados na construção coletiva de políticas públicas, de governo e empresarias voltadas à promoção do desenvolvimento sustentável. Para a implementação destas políticas e efetivação de sistemas de gestão é essencial a existência de sistema de informações para orientação de processos de tomada de decisões, nos planos horizontal e vertical das administrações governamentais e empresariais. Tais sistemas devem ser entendidos como ferramenta de planejamento estratégico, de comunicação e apoio à tomada de decisão voltada ao fortalecimento de bases para o desenvolvimento sustentável. Desta forma, a capacitação de profissionais para a aplicação de métodos para organização de sistemas de informações e indicadores de sustentabilidade trará contribuição na construção, implementação, avaliação e consolidação de políticas nacionais e internacionais, de âmbito local e regional, no sentido de melhor entendimento e integração das relações meio ambiente, sociedade e economia nos processos de tomada de decisão.

Conteúdo:

Módulo I: A avaliação de sustentabilidade - avanços e desafios; A construção de bases para o desenvolvimento sustentável e a necessidade de informações estratégicas - dificuldades e limites; Histórico e marcos conceituais no uso de indicadores e sistemas de informações para o desenvolvimento sustentável; Informações como ferramenta de gestão para sustentabilidade – monitoramento, disponibilidade e acesso à informação, instituições atuantes. Módulo II: Modelos para construção e aplicação de indicadores de desenvolvimento sustentável nos setores governamental, empresarial e sociedade civil; Desenvolvimento e utilização de indicadores de desenvolvimento sustentável - estudos de casos.

Forma de Avaliação:

Elaboração de trabalho de conclusão da disciplina.

Bibliografia:

BOND, A.; MORRISON-SAUNDERS A.; POPE, J. Sustainability assessment: the state of the art. Impact Assessment and Project Appraisal. V.30, n.1, p.53-62. 2012. CRIOLLO, R.; MALHEIROS, T.F. ; ALFARO, J.F. Municipal Environmental Management Indicators: A Bottom-Up Approach Applied to the Colombian Context. Social Indicators Research, v. 1, p. 1-18, 2018. DUARTE, C.G.; GAUDREAU, K.; GIBSON, R.B.; MALHEIROS, T.F. Sustainability assessment of sugarcane-ethanol production in Brazil: A case study of a sugarcane mill in São Paulo state. Ecological Indicators, p. 119-129, 2013. GALLOPÍN, G. Sostenibilidad y desarrollo sostenible: un enfoque sistémico. Santiago, Chile: CEPAL, ECLAC, 2003. Disponible en . [01/Mar/201]. HARDI, P.; ZDAN, T. Assessing Sustainable Development: Principles in Practice. Winnipeg: IISD; 1997. Available on [May/12/2018]. HODGE R.A.; HARDI P.; BELL D.V.J.S. Seeing Change Through the Lens of Sustainability. 1999. Disponível em http://www.iisd.org/publications/pub.aspx?id=452. May/12/2018]. MEADOWS D. Indicators and information Systems for sustainable development. The Sustainability Institute; 1998. Available on < http://www.iisd.org/pdf/s_ind_2.pdf> [Feb/ 25/2012]. MEADOWS, D. Leverage points: places to intervene in a system. The Sustainability Institute; 1999. Available on [May/12/2018] PHILIPPI JR, A.; MALHEIROS, T.F. Indicadores de sustentabilidade e gestão ambiental. Barueri: MANOLE, 2013.


Nr. de Créditos: 10

Carga Horária:

Teórica
(por semana)
Prática
(por semana)
Estudos
(por semana)
DuraçãoTotal
22615 semanas150 horas

Objetivos:

• Compreender a problemática que conduz à necessidade de gestão de recursos hídricos; • Compreender diferentes modelos de gestão de recursos hídricos (França, Espanha, Alemanha) e como é a estrutura organizacional da gestão de recursos hídricos no Brasil; • Aprender quais são os instrumentos de gerenciamento de recursos hídricos: sistemas de informações sobre recursos hídricos, planos de bacias hidrográficas, enquadramento de corpos d’água, outorga de direitos de uso, cobrança pelo uso; • Compreender o papel do comitê de bacia hidrográfica na gestão de recursos hídricos no Brasil.

Justificativa:

A Política Nacional de Recursos Hídricos foi instituída no Brasil pela Lei Federal nº 9433/97. Quase 20 anos depois, muitas são as lacunas que precisam ser preenchidas com pesquisa e estudos aprofundados sobre como operacionalizar os conceitos, objetivos, diretrizes e fundamentos da lei. Como promover o uso múltiplo das águas? Como mobilizar os três setores (Poder público, usuários e sociedade civil organizada) para uma efetiva participação nos comitês de bacia hidrográfica? Como realizar a integração entre os sistemas de gestão ambiental e de recursos hídricos? Além disso, o gerenciamento de recursos hídricos, por ser um assunto relacionado à hidrologia, tem obtido destaque após a recente crise hídrica ocorrida em São Paulo e os conflitos pelo uso da água observados no Brasil e em outros países.

Conteúdo:

1. Problemática da gestão de recursos hídricos. 2. Modelos de gestão de recursos hídricos e o modelo brasileiro. 3. Sistemas de informação sobre recursos hídricos. 4. Planos de bacia hidrográfica. 5. Enquadramento de corpos d’água. 6. Outorga de direitos de uso. 7. Cobrança pelo uso. 8. Comitês de bacia hidrográfica.

Forma de Avaliação:

01 prova e 01 trabalho.

Bibliografia:

BIBLIOGRAFIA: ANA. 2013. Conjuntura dos recursos hídricos no Brasil: 2013. Agência Nacional de Águas. Brasília: ANA, 432 p. ANA. 2015. Conjuntura dos recursos hídricos: informe 2015. Agência Nacional de Águas. Brasília: ANA, 88 p. GRAFTON, R. Q.; HUSSEY, K. (Eds.). 2011. Water Resources Planning and Management. 1 ed. Cambridge: Cambridge University Press. Cambridge Books Online. http://dx.doi.org/10.1017/CBO9780511974304 POLETO, C. (org.). 2014. Bacias hidrográficas e recursos hídricos. Rio de Janeiro: Editora Interciência, 249 p. THAME, A.C.M. (org.). 2002. Comitês de Bacias Hidrográficas – uma revolução conceitual. 1 ed. São Paulo: IQUAL Editora, p. THEODORO, H.D.; MATOS, F. 2015. Governança e Recursos Hídricos: experiências nacionais e internacionais de gestão. 1 ed. Belo Horizonte: D’Plácido Editora, 390 p.


Nr. de Créditos: 6

Carga Horária:

Teórica
(por semana)
Prática
(por semana)
Estudos
(por semana)
DuraçãoTotal
1010103 semanas90 horas

Objetivos:

• Compreender como se dá a geração de vazão decorrente do ciclo hidrológico; • Aprender a manipular dados de vazão obtidos em ambientes fluviais; • Compreender a relação entre a alteração no regime de fluxos em um rio (regularização de vazões) e os fatores bióticos e abióticos.

Justificativa:

A hidrologia é uma ciência suporte essencial às Ciências Ambientais. Para avaliar o ambiente aquático e compreender processos que nele ocorrem, é necessário embasamento dos conceitos, métodos e técnicas usados em Hidrologia. Além disso, a hidrologia tem obtido destaque após a recente crise hídrica ocorrida em São Paulo e as catástrofes ambientais observadas ao redor do mundo decorrentes da ocorrência de eventos extremos máximos.

Conteúdo:

1. Pluviometria: medidas e tratamento de dados pluviométricos; relação intensidade-duração-frequência de precipitação; chuvas intensas; noções de controle de inundações urbanas. 2. Evaporação: processo de ocorrência, métodos de medidas e de avaliação. 3. Métodos de medição e avaliação da infiltração. 4. Escoamento superficial: modelos de transformação chuva–vazão. 5. Regionalização de vazões. 6. Regularização de vazões para o controle de estiagem. 7. Regularização de vazões em planícies de inundação e suas implicações ecológicas (fatores bióticos e abióticos). 8. Propagação de ondas de cheias em reservatórios e rios.

Forma de Avaliação:

01 seminário e 01 trabalho.

Bibliografia:

BRUTSAERT, W. 2005. Hydrology: An introduction. 1 ed. New York, EUA: Cambridge University Press, 605 p. COLLISCHONN, W.; DORNELLES, F. 2013. Hidrologia para engenharia e ciências ambientais. 1ª. Ed. Porto Alegre: ABRH, 350 p. GUPTA, R.S. 2008. Hydrology and Hydraulic Systems. 3 ed. Illinois, EUA: Waveland Press, Inc., 896 p. HORNBERGER, G.M.; WIBERG, P. L.; RAFFENSPERGER, J. P.; D'ODORICO, P. 2014. Elements of Physical Hydrology. 2 ed. Maryland, EUA:Johns Hopkins University Press, 392 p.


Nr. de Créditos: 12

Carga Horária:

Teórica
(por semana)
Prática
(por semana)
Estudos
(por semana)
DuraçãoTotal
40815 semanas180 horas

Objetivos:

Apresentar a construção do conhecimento científico que envolve as Ciências Ambientais a partir de questionamentos históricos e atuais oriundos das ciências naturais e humanas. A disciplina busca promover o exercício da compreensão de diferentes campos de conhecimento em ciências ambientais que englobam a gestão ambiental, assim como exercitar a formulação de questões científicas pertinentes a este campo e a busca das respostas para estas questões. A partir dessa construção, espera-se oferecer subsídios para suscitar maior percepção a respeito da pós-graduação e da construção do conhecimento científico em Ciências Ambientais.

Justificativa:

Proporcionar aos alunos de pós-graduação o contato com a formulação do conhecimento científico a partir do estudo de marcos histórico, observando alguns questionamentos que impulsionaram o conhecimento. Atualmente o programa apresenta uma carência de disciplinas introdutórias no processo de construção do conhecimento científico em gestão ambiental, bem como de uma visão questionadora sobre a pós-graduação.

Conteúdo:

Súmula da disciplina: O conhecimento científico será tratado na disciplina como uma construção consciente coletiva, cujos marcos correspondem às indagações e aos processos mentais que se expressam a cada tempo e lugar. Os avanços da ciência são alcançados por meio de uma genealogia de métodos e tecnologias de verificação de teorias e construção de modelos refutáveis, baseados em processos lógicos e dados verificáveis realizados nos vários campos do pensamento e das ciências, sendo condicionados à evolução das práticas, dos costumes e das condições socioeconômicas das populações. Nesta disciplina, serão analisados alguns marcos históricos, metodologias empregadas na construção do conhecimento e na antecipação do seu desenvolvimento futuro, bem como reflexões que envolvem esses aspectos. O conhecimento no campo das ciências ambientais será abordado como resultado de uma convergência de indagações e metodologias, enraizadas nas ciências naturais e nas ciências humanas, que se expressa em uma linguagem interdisciplinar. Metodologia de ensino: A disciplina será conduzida segundo o método socrático, apoiada em textos clássicos - como os de Schrödinger (1944); Watson (1967); Descartes (1996) entre outros - e contemporâneos – como os artigos da Science Magazine e Nature. O conteúdo poderá ser conduzido utilizado aulas expositivas (com power point ou vídeos), mas serão priorizadas as leituras individuais dos textos, a discussão coletiva do conteúdo com entrega de resenhas individuais. Também haverá apresentação de seminários realizada em grupo pelos alunos, bem como avaliações individuais escritas no início e no final da disciplina. Programa: Aula Conteúdo programado 01 Apresentação do conteúdo da disciplina no semestre. Forma de avaliação. Bibliografia. Questionamentos e discussões que envolvem a ciência 02 Primórdios filosóficos e científicos: a trajetória dos mitos à racionalização e ao empirismo 03 Primórdios filosóficos e científicos: Filósofos pré-socráticos 04 Primórdios filosóficos e científicos: Grécia 05 A construção do conhecimento: enfoque clássico e transformações 06 A construção do conhecimento: empirismo e as novas compreensões 07 A razão na busca do conhecimento dentro da ciência – visão de Descartes - Parte 1 08 A razão na busca do conhecimento dentro da ciência – visão de Descartes - Parte 2 09 O que é ciência? Parte 1 10 O que é ciência? Parte 2 11 O que é ciência? Parte 3 12 As perguntas do nosso tempo que englobam a ciência ambiental 13 A ciência brasileira - Parte 1 14 A ciência brasileira - Parte 2 15 Discussão final e avaliação da disciplina.

Forma de Avaliação:

O conceito individual do aluno na disciplina será derivado da média das avaliações alcançadas nas respectivas apresentações coletivas e nas resenhas individuais

Bibliografia:

1. Artigos disponíveis no portal CAPES (www.periódicos.caps.gov.br). 2. Artigos publicados na Nature (Nature Publishing Group) (www.nature.com); 3. Artigos publicados na Science (American Association for the Advancement of Science) (www.sciencemag.org); 4. CHALMERS, A.F. O que é ciência afinal? Brasiliense, 1993. 5. DESCARTES, René. Discurso do método. São Paulo (1996) 6. FAPESP. Código de boas práticas científicas. São Paulo: FAPESP, 2011. 7. GIL PÉREZ, Daniel, et al. Para uma imagem não deformada do trabalho científico. Ciência & Educação. v. 7, n.2, p.125-153, 2001 8. GLEISER, Marcelo. A dança do Universo: dos mitos de criação ao Big-Bang. São Paulo: Companhia das Letras, 1997 9. GLEISER, Marcelo. A ilha do conhecimento. Os limites da ciência e a busca por sentido. Record. 2014 10. LUNGARZO, Carlos. O que é Ciência. 2ª ed. São Paulo. Brasiliense, 1992, 87p. 11. SCHENBERG, Mário. Formação da mentalidade científica. 1991 12. SCHRÖDINGER, Erwin. What is life? Cambridge University Press (1944); 13. UNITED NATIONS. The Millennium Development Goals Report, 2015. 14. VIEIRA PINTO, Álvaro. A questão da Universidade. São Paulo. Cortez, 1994 15. VOLPATO, Gilson Luiz. Ciência: da filosofia à publicação. São Paulo: Cultura Acadêmica (2013) 16. VOLPATO, Gilson Luiz. Ciência Brasileira: a reforma necessária. Boletim ABLimno 41(1), p.24-29, 2015 17. WATSON, James. The Double Helix. Harvard Univesity. (1967) 18. KUHN, Thomas S., A estrutura das revoluções científicas. 5ed. São Paulo: Perspectiva, 1998 19. POPER, K. O problema da teoria do método científico. In: A lógica da pesquisa científica. Tradução de Leonidas Hegenerg. Octanny Silveira Da Mota. São Paulo: Cultrix, 1972. 20. FEYERABEND, P. Contra o método. Tradução de Octanny Silveira Da Mota; Leonidas Hegenerg. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1977.


Nr. de Créditos: 6

Carga Horária:

Teórica
(por semana)
Prática
(por semana)
Estudos
(por semana)
DuraçãoTotal
1010103 semanas90 horas

Objetivos:

Apresentar e discutir as modalidades de áreas especialmente protegidas (AEPs) no Brasil (unidades de conservação, áreas de preservação permanente e reservas legais), seus objetivos, histórico, legislação pertinente, aspectos de gestão e interfaces das AEPs com outros instrumentos da Política Nacional do Meio Ambiente.

Justificativa:

Os espaços territoriais especialmente protegidos estão entre os instrumentos da Política Nacional do Meio Ambiente (Lei no 6.938/81) e se destinam à proteção e manutenção da diversidade biológica e de seus recursos naturais associados, manejados por meio de instrumentos legais ou outros meios efetivos. As principais estratégias utilizadas no Brasil para atingir tais objetivos baseiam-se na criação de unidades de conservação (conforme estabelece a Lei 9.985 de 2000, conhecida como “Lei do SNUC”) e nas áreas de preservação permanente e reservas legais, ambas estabelecidas pela Lei 12.651 de 2012. A discussão dos fundamentos, aplicação e dos sucessos atingidos e dos percalços encontrados na adoção de tais estratégias é importante para a formação de pós-graduandos na área ambiental com diferentes formações, tais como: biologia, ecologia, engenharia agronômica, engenharia florestal, geologia, geografia, arquitetura, direito entre outras.

Conteúdo:

1) Conceituação de áreas especialmente protegidas; 2) As áreas especialmente protegidas como instrumento da Política Nacional do Meio Ambiente; 3) Modalidades de áreas especialmente protegidas no Brasil: unidades de conservação (UCs), áreas de preservação permanente (APPs) e reservas legais (RLs); 4) Breve histórico e panorama atual das UCs no mundo e no Brasil; 5) Legislação pertinente às UCs; 6) Categorias de UCs: proteção integral e uso sustentável; 7) Aspectos de gestão de UCs: regularização fundiária, planos de manejo, zoneamento, gestão participativa, uso público, sustentabilidade econômica; 8) Lei 12.651 de 2012; 9) Localização de APPs; 10) Funções das APPs; 11) Discussões sobre possibilidades de utilização de APPs para atividades de baixo impacto, utilidade pública e interesse social; 12) Funções das reservas legais; 13) Percentuais estabelecidos para RLs; 14) Possibilidades de utilização de RLs; 15) Critérios para localização de RLs; 16) Aspectos de gestão de RLs; 17) Instrumentos econômicos aplicados à conservação da natureza.

Forma de Avaliação:

Bibliografia:

Andrade, D. C.; Fasiaben, M. C. R. (2009). A utilização dos instrumentos de política ambiental para a preservação do meio ambiente: o caso dos pagamentos por serviços ecossistêmicos. In: VIII Encontro da Sociedade Brasileira de Economia Ecológica. Cuiabá. Anais do VIII Encontro da Sociedade Brasileira de Economia Ecológica, 2009. Arruda, R. S. V. (1997). "Populações tradicionais" e a proteção dos recursos naturais em unidades de conservação. Primeiro Congresso Brasileiro de Unidades de Conservação. Anais. Vol. 1 Conferências e Palestras, pp. 262-276. Curitiba. Disponível em: http://nupaub.fflch.usp.br/sites/nupaub.fflch.usp.br/files/color/ArtigoCuritiba.pdf Azevedo, A. A.; Stabile, M. C. C.; Reis, T. N. P. (Orgs.) (2015). Cotas de Reserva Ambiental (CRA) para a conservação e o desenvolvimento sustentável: informações básicas para tomadores de decisão nos Estados. Brasília (DF): Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia - IPAM. 26 p. Disponível no endereço: http://www.ipam.org.br/download/livro/Cotas-de-Reserva-Ambiental-CRA-para-a-conservacao-e-o-desenvolvimento-sustentavel-informacoes-basicas-para-tomadores-de-decisao-nos-Estados/771 Brancalion, P. H. S.; Rodrigues, R. R. (2010). Implicações do cumprimento do Código Florestal vigente na redução de áreas agrícolas: um estudo de caso da produção canavieira no Estado de São Paulo. Biota Neotropica. v. 10, n. 4. p. 63-66. Disponível on line no endereço: http://www.biotaneotropica.org.br/v10n4/pt/abstract?article+bn01010042010 Brancalion, P. H. S.; Silva, E, J. V.; Klauberg, C. (2012). Reserva Legal pode ser boa oportunidade de negócios em propriedades rurais. Visão Agrícola, n. 10, jan-abr. p. 18-21 Costa, F. A. P. L. (2004). A Insustentável Leveza das Reservas Extrativistas. Natureza & Conservação, v. 2. p. 15-18. Disponível em: http://www.oeco.org.br/convidados/16726-oeco-11134 desafios. Brasília: MMA. (Série Biodiversidade, 42). p. 15-53. Disponível em: http://www.mma.gov.br/estruturas/202/_arquivos/psa_na_mata_atlantica_licoes_aprendidas_e_desafios_202.pdf Diegues, A. C. S. (2000). Conhecimento e manejo tradicionais: ciência e biodiversidade. Artigos avulsos. Disponível em: http://nupaub.fflch.usp.br/sites/nupaub.fflch.usp.br/files/color/cienciabio.pdf Dowie, M. (2006). Refugiados da conservação. Tradução de Antônio Carlos Sant´Ana Diegues. Disponível em: http://nupaub.fflch.usp.br/sites/nupaub.fflch.usp.br/files/color/dowie.pdf Dudley, N. (2008). Guidelines for applying protected area management categories. Gland, Switzerland: IUCN. v. 3 EUROPARC-España. (2010). Mecanismos financieros innovadores para la conservación de la biodiversidad. Madrid: Ed. FUNGOBE.Diegues, A.. C. S. (2004). O mito moderno da natureza intocada. São Paulo: HUCITEC: 5a ed. Fernandez, F. A. S.; Antunes, P. C.; Macedo, L.; ZuccoHow, C. A. (2012). How sustainable is the use of natural resources in Brazil? 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